Gerenciando o Histórico

By Luiz, 09/03/2010 8:30 pm

CURITIBA (conectado) Desde que comecei a correr já usei um monte de programas para registrar meus percursos, rodagem, etc… Comecei com o nike+ pois eu usava o sensor da nike que conectava no iPod. O site é muito bom e te dá um monte de informações além de gráficos bonitos, cores agradáveis, etc. Recentemente virou NikeRunning (em versão beta) oferecendo mais algumas funcionalidades. Mas só funciona com o sensor da Nike no iPod, o qual não é aquela maravilha e para tenis de outras marcas exige uma “gambi”.

Desisti do sensor quando comprei meu Forerunner 205. Fiquei orfão do site da Nike e comecei a procurar alternativas. Queria que fosse uma solução web pela praticidade de acessar os dados em qualquer lugar e ficar independente de plataforma. Na epoca encontrei o MotionBased. Comparado a interface e funcionalidades do Nike+, o MotionBased perdia feio, além de ser lento. Tinha uma opção paga que oferecia algumas funcionalidades que não tinha na opção gratuita. Mais um motivo pra eu não usar.

Desisti do MotionBased e fiquei refém do programa que acompanha o Forerunner, o Garmin Training Center. Interface ruim, tem um monte de bugs nas opções de lingua, as vezes não reconhece o GPS, etc.. Ou seja, uma merda.

Felizmente lendo alguns forums, encontrei o SportTracks o melhor programa do gênero que usei até agora. Interface simples e funcional que conversa sem problemas com o Garmin, relatórios configuráveis, controle de quilometragem de diferentes equipamentos (tenis, bike), etc. O problema é que não é web e só funciona direito no Windows.

Recentemente conversando com o Lyra, outro GPS fanboy, ele me disse que o Garmin Connect estava legal. Na realidade o Garmin Connect é uma evolução do MontionBased, do qual eu já havia desistido. Mas devo confessar que agora os caras tem algo bastante razoável. Ainda faltam algumas funcionalidades presentes no SportTracks, mas é web. Como esse negócio de redes sociais está na moda, parece que a coisa está caminhando para esse sentido. Compartilhar tracks, pesquisar tracks de outras pessoas, etc..

Em resumo, ainda não vou largar o SportTracks, mas devo começar a usar o Garmin Connect com mais frequência para tracks mais relevantes, mesmo porque meu novo brinquedinho está pra chegar :)

Keep Walking

By Luiz, 05/03/2010 12:14 am

CURITIBA (chove chuva..) Particularmente eu prefiro os Single Malts mas esse video sobre a história de John Walker, o maior produtor de Blended da história, é muito bacana. Keep Walking!

Companheira

By Luiz, 03/03/2010 11:15 am

CURITIBA (tout gris) Calma, não é a Dilma. Estou tentando levar a Isabela pra pedalar todos os domingos pela manhã no Barigui. A baixinha está super empolgada com a bike nova, que segundo ela é bem mais rápida. Também pudera, na outra ela tinha que fazer uma força descomunal pois o freio vivia enroscando e travando a roda.

O percurso favorito dela, com algo em torno de 11km, inclui as estradinhas no meio do bosque do outro lado do Barigui, com os “little up- and down-hills”. Tá certo que ainda tenho que dar uma força nos up-hills, mas os freios já estão sob controle.

Daqui a pouco terei mais uma companheira para os pedais mais longos…

Nego do Asfalto

By Luiz, 28/02/2010 3:00 am

CURITIBA (olho ardendo) Depois de uma semana intensa na qual eu não consegui fazer tudo oque eu tinha planejando fazer (faltou pouco), consegui um tempo, mesmo que limitado, pra fazer o pedal que o Leandro tinha planejado.  O roteiro incluia algumas estradas já conhecidas de Balsa Nova mas também algumas boas novidades, como a subida da Serra dos Veados. Em função do alvará curto, Eu e o Lyra fomos de carro até Campo Largo, pois assim daria pra agilizar a volta. Lá encontramos o resto do pessoal, Leandro, Stulzer, Du, Daniel, Glaucio e Ademir.

Partimos em direção ao Bugre em Balsa Nova por volta das 8:40h e logo pegamos a estradinha da Serra dos Veados, uma subidinha boa de pedalar…

Depois de um bom trecho de subida, pegamos a estrada que leva ao Rio das Mortes. Quando fomos para a Ponte dos Arcos nós subimos essa estrada. Desta vez descemos…

…e daí encaramos a subida até a BR277.

Paramos para comer num restaurante na BR277, um pouco antes do pedágio e lá encontramos o Antonio, um cidadão que, segundo ele, está pedalando há 18 anos. A história do cara é no mínimo intrigante. Ele diz estar pedalando há 18 anos para pagar uma promessa. Ele nasceu com um problema nos rins e pulmões e viveu até os 13 anos com a ajuda de aparelhos. Prometeu a Nossa Senhora Aparecida que se conseguisse um transplante iria passar 30 anos pedalando, sem parar. Só faltam doze! Perguntei pra ele oque ia fazer quando acabasse de pagar a promessa, e com uma simplicidade de dar inveja, me respondeu, voltar pra roça.

Ele nos mostrou um álbum com algumas fotos e um monte de material (recortes de jornais, etc) que vem coletando ao longo deste tempo. Dei uma procurada rápida no Google e encontrei alguns links apontando para a história do Antonio, ou Nego do Asfalto, como ele gosta de ser chamado.

A bicicleta dele é bem simples e bem judiadinha. Tem um freio somente, que segundo ele é suficiente, e um odômetro analógico.

Os parâmetros dele são bem diferentes dos nossos. Perguntei se ele tinha pegado muita chuva ultimamente e a resposta dele: Pois é, ali depois de Minas Gerais peguei muita chuva, rapaz. Alí, logo ali, imaginei…

Antonio vive de doações e da colaboração das pessoas que vai encontrado pelo caminho. E como você pode imaginar, sofre muito com o preconceito idiota que assola uma boa parte desse Brasil. Em breve nosso reporter de plantão deve postar um video no Transpirando.com

Só posso desejar boa sorte ao Nego do Asfalto e que ele possa acabar de cumprir sua promessa e voltar pra roça!

Track e altimetria do pedal disponíveis aqui. Outros relatos: Stulzer e Leandro

Ah, Winter Games!

By Luiz, 26/02/2010 11:57 am

CURITIBA (já é sexta) Graças a TV a cabo podemos acompanhar os Jogos Olímpicos de Inverno (em HD!!), pois se dependesse da TV aberta estaríamos perdidos.

Eu sinceramente gosto dos jogos de inverno, acho tudo muito elegante e desafiador. O que dizer do Biathlon por exemplo? Quem já esquiou sabe que subir uma ladeira cheia de neve com ski nos pés não é uma coisa trivial. E depois disso o cidadão ainda tem que acertar tiros num alvo que tem o tamanho de uma bola de golf a 50 metros de distância!

Em 2002, quando morava em Montreal peguei uma gripe infernal, da qual me lembro até hoje. Era inverno e fiquei de cama uma semana. Felizmente foi a segunda semana dos jogos de inverno de 2002 em Salt Lake City, USA. E nessa ocasião aprendi a gostar de um jogo que a Marisa tem pavor, o Curling. Isso mesmo, aquele que os caras vão varrendo o gelo para desenhar a trajetória da pedra. Eu acho sensacional, pois além da habilidade de lançar as pedras, a coisa é pura estratégia.

Outra coisa que comecei a fazer meio sem querer, foi torcer para o Canadá. Começou com uma torcida despretensiosa, meio que por obrigação, mas ao longo do tempo virei fã. Talvez pelo fato de ter uma Canadense em casa toda entusiasmada com seu segundo pais (ou primeiro, sei lá), mas o fato é que fico nervoso quando estou assistindo os jogos, e isso é a constatação de que não sou mais um mero espectador, e sim um torcedor.

O jogo de ontem, final olímpica do Hockey feminino entre Canadá X USA, foi de tirar o fôlego. Virei fã da goleira Canadense, Shannon Szabados, que pelo sobrenome parece ser mais uma filha de imigrantes que adotaram aquele maravilhoso e gélido pais que acolhe todos de braços abertos. A mulher agarrou tudo e garantiu a medalha de ouro para as Canadenses.

Em 2002 o Canadá ganhou dos Americanos as duas finais, masculina e feminina, e isso na casa dos americanos. E olha que essa é uma das maiores rivalidades do hockey mundial. Pra Brasileiro entender, é como ganhar a final da copa da Argentina em Buenos Aires.

Acho que as americanas queriam dar o troco, mas não conseguiram. Agora vamos ver o que a equipe masculina vai fazer.

Go Canada, Go!!

Radio 2MP

By Luiz, 25/02/2010 3:40 pm

CURITIBA (acabou o verão??) Iluminado. Esse é um adjetivo minimalista pra alguém capaz de escrever uma obra prima dessas! Parabéns GH.

Mergulhão

By Luiz, 16/02/2010 4:22 pm

CURITIBA (muito tranquila) Depois de passar domingo e segunda na praia, hoje tinha que fechar o carnaval com um pedalzinho. Logo cedo vi o email do Leandro com um pedal planejado para o Mergulhão em São José dos Pinhais. Como nunca tinha pedalado para aquelas bandas, saí correndo de casa e cheguei a tempo de pegar o pessoal.

A idéia era fazer um pedalzinho light com degustação de espetinhos de peixe no pesque-pague no Mergulhão. Saímos em oito pedalantes, Mildo e Sra, Galeano e Sra, Leandro, Lyra, Pedro e Eu.

(Nota: O corel não estava alí quando eu coloquei o timer na máquina. Mas chegou como uma flecha..)

Fomos pela Marechal Floriano até chegarmos a São José dos Pinhais e aí sim pegamos algumas estradinhas muito bacanas cercadas de plantações de alfaces e outras folhas. Certamente tenho que explorar mais essa região.

Chegando lá, conheci o tal espetinho de peixe, que segundo os que já conheciam, já foi bem melhor. Mas deu pra matar a fome dos pedalantes.

Na volta eu e o Lyra saímos na frente e viemos pedalando num ritmo bom já que nossos alvarás já estavam vencendo. Pegamos um vento contra bem chato na Marechal e uma ameaça de chuva quando estavamos chegando em casa. Mas desta vez foi sem barro. Fechei com 65km. Track disponível aqui

Toca da Onça

By Luiz, 14/02/2010 12:23 am

CURITIBA (ou seria das vacas?) Sabadão de carnaval, temperatura agradável, tempo firme, tudo perfeito para um bom pedal, principalmente pra quem não gosta de carnaval, como eu.

Saímos como planejado as 7:40h da Havan do Parque Barigui em direção a Campo Largo em três pedalantes, Mildo, Renatão e Eu. Fabricio dormiu mais que o planejado e abortou o pedal.

Fomos num bom ritmo até Campo Largo onde encontramos o Pedro, o quarto elemento.

Dalí, mais um pouco de BR277 até o cimento Itambé, onde descemos até o começo da Estrada da Faxina, onde a parte off-road começa. A Estrada da Faxina é uma maneira mais legal de subir a Serra de São Luiz do Purunã pois além das subidas tem alguns bons downhills. Além do mais, é no meio do mato!

Depois de uns 12km de sobe e desce, saimos a direita pois um dos nossos objetivos era conhecer a Toca da Onça. Esse pedaço entre a Estrada da Faxina e a Toca da Onça tem uns 2km mas valem o pedal. Trilhas escorregadias, subidas e descidas emocionantes e uma paisagem verde de arder os olhos.

Chegando na Toca da Onça (pelo menos segundo o GPS), não vimos a onça e nem a toca. Vamos ter que voltar lá qualquer hora.  Como a onça se foi, vimos sim um monte de vacas literalmente na sombra e com água fresca. Na volta ficamos sabendo que existe uma trilha alternativa a Estrada da Faxina que também leva a São Luiz do Purunã. Também já está devidamente mapeada e na próxima vez vamos por essa trilha.

Chegando em São Luiz, o cubo do Renato começou a girar em falso e ele chamou o resgate. Continuamos em três até a Pousada Cainã para nosso almoço. De São Luiz até lá foram 12km lonnnnnnnngos pois além de bastante subida, a fome já estava dandos seus sinais e o sol resolveu aparecer mais forte!

A comida lá é muito boa, tanto que exagerei na dose e paguei o preço no começo da nossa volta. Mas a moqueca de peixe estava muito boa! Valeu a pena o mal estar pois ele logo passou.

Aproveitamos pra lubrificar as magrelas pois o barro da trilha da Toca já tinha secado. Alias, hoje foi a estreia do meu novo câmbio e pedivela. Só uma amostra do que a dupla vai encontrar pela frente.

Devidamente nutridos, até demais no meu caso, voltamos pela mesma estrada, agora aproveitando os downhills, demos uma passadinha no Cristo de São Luiz, nos despedimos do Pedro em Campo Largo, compramos o famoso salame sem gordura e pedalamos, Mildo e Eu, de volta pra casa.

Pedalzinho muito divertido com excelentes trilhas, boa companhia, boa comida, e bom tempo. Ou seja, ótimo começo de feriadão.

Números do Pedal: 140km com altimetria de 1900m. Track disponível aqui. Fotos do Mildo aqui

Cadê a Estrada?

By Luiz, 30/01/2010 6:02 pm

CURITIBA (como choveu) Depois de um mês longe de casa eu já estava sentindo saudades de um bom pedal. Durante a semana organizamos  um pedal pra esse sábado, mas pra ser sincero não estava muito crente que a coisa ia acontecer em função da chuvarada. Pois bem, saiu. Encontrei o Renatão no passeio público e o Stulzer e o Matheus no Barigui e rumamos pra Canelinha. Nossa idéia era ir até o bar do Paulo e daí decidir o roteiro da volta.

Logo de largada vimos o Barigui completamente alagado, como a muito tempo eu não via.

2010 15 19 23

Pedalzinho fluiu bem até o bar da Canelinha. Quando estavamos saindo dali pra pegar a estrada da Serrinha fomos avisados que existiam algumas barreiras na pista em função das chuvas. Não demos muita bola e seguimos nosso pedal.

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De repente um “FODEU” foi disparado! Talvez por mim mesmo, não lembro. Já tinhamos passado alguns deslizamentos, mas nada muito grande. Esse foi o primeiro mais sério, mas não o pior. Muita lama, mas seguimos viagem. Voltar estava fora de cogitação.

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Fomos seguindo e logo depois de uma curva, cadê a estrada? Simplesmente foi levada pelo barranco que veio abaixo. Da próxima vez é bom levar um fação, ou melhor uma motoserra.

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Eu estava contando o número de deslizamentos, mas perdi a conta. Nosso “down-hill”  da serrinha foi pro espaço. Quando chegamos no fim da descida, cadê a estrada de volta? O rio levou.

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Resolvemos voltar pois fomos avisados por um motoqueiro que tinhamos que dar uma volta pra chegar no Bar do Paulo. Aí foi só ladeira acima até chegar perto de campo magro onde paramos pra almoçar e dar um refresco pro joelho do Matheus.

Voltamos pra Curitiba pelo asfalto e adivinhem? A estrada foi embora!

DSC06459

Essa foi mais fácil de contornar. A polícia já estava providenciando um retorno ao lado. Em resumo, um pedal muito divertido com muita lama. Stulzer, da próxima vez vê antes se tem estrada pra gente pedalar :)

Atualização 22:10: Percurso e altimetria disponíveis aqui

Impacto das Férias

By Luiz, 28/01/2010 10:40 pm

CURITIBA (correndo atrás) Essa semana voltei as minhas corridas depois de um mês parado. Começei com 5km na segunda, um pedalzinho leve na terça e 9km na quarta. Hoje em função do dilúvio que caiu aqui quando eu estava pensando em ir dar uma pedalada, resolvi ficar em casa.

Como gosto de números e gráficos resolvi colocar meu monitor cardíaco pra  mostrar graficamente o impacto das férias sedentárias. O gráfico abaixo é de uma corridinha de manutenção de 1h10′ num ritmo de 5′25”/km realizada em novembro/2009. Como dá pra ver, meus batimentos sempre ficavam na zona 3, ou seja, abaixo dos 90% da minha frequência cardíaca máxima. Como hipertenso, essa é uma zona de conforto, na qual eu corria tranquilamente 20km no ano passado.

before

Na quarta marquei com o Mildo uma corridinha no São Lourenço. Fizemos uma corrida de 9km num ritmo bem tranquilo, na faixa de 5′45”/km, mas meus batimentos sairam da zona 3 logo depois dos 10 minutos iniciais e ficaram namorando os 100% da minha frequência cardíaca. Como é fácil perder a forma adquirida durante ao longo do ano!

after

Vamos ver quanto tempo vou precisar pra me recuperar das férias. Semana que vem volto as planilhas da Elenise.

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