Ingressos Garantidos

By Luiz, 28/07/2010 8:45 pm

CURITIBA (e não é pro show da Sade) Essa semana garanti meus ingressos para o Show do Rush em São Paulo no próximo dia 8 de outubro. Tentei compar pela internet mas a tal taxa de conveniência (putaria que eu nunca vi em outro lugar) custava R$90 e os caras cobravam mais R$ 40 pra mandar via sedex pra Curitiba.

Deixei a conveniência de lado e fui em pleno domingão a tarde no shopping Barigui (armado com meu arco e flecha) a caça dos ingressos. Como professor eu poderia comprar um meio-ingresso mas no lugar que eu queria já não tinha mais. Só tinha meio-ingresso na pista e eu já passei da idade pra ficar espremido no meio da moçada. Paguei um pouco mais caro mas saí de lá com meus dois ingressos,  um pra mim e outro pra patroa. Assim eu garanto mais alguns “full-day” alvarás!

Por Que?

By Luiz, 25/07/2010 12:06 pm

CURITIBA (recovering) Essa é a pergunta que muita gente faz quando conto que vou fazer um pedal que dura o dia todo. Esse sabadão nublado e frio fomos fazer a estrada do Cerne entre Curitiba e Ponta Grossa e no meio do caminho escutei mais um “por que?” de uma garota de uma mercearia no meio do caminho. Daqui a pouco eu respondo, se bem que ela certamente não vai ler esse post. Mas antes, um pouquinho de como foi nosso pedal.

O roteiro foi preparado pelo Du que infelizmente não pode ir por motivos médicos. A idéia era repetir o pedal do ano passado porém indo até Ponta Grossa e não Castro.

Saímos em 11 12 pessoas por volta das 6h de Curitiba. Da direita pra esquerda: Luiz, Renato, Fabrício, Fábio, Daniel, Gassner, Mildo, Arce, Lulis, Sartori, Mr. Heil e Marílio.  Tivemos alguns baixas de última hora, entre eles o Stulzer que junto com o Du e o Renato idealizaram o pedal do ano passado.

Como choveu bastante na noite anterior pegamos muito barro em alguns trechos. Algumas subidas tinham bastante lama, o que deixou o complicado um pouco mais difícil.

O bacana desse roteiro é a altimetria. São intermináveis subidas recompensadas por lonnnngos downhills sensacionais. Paramos pra um lanche e agrupar o pessoal no Bar do Nei, um boteco que fica no meio do caminho. Sob o olhar atento da caboclada jogando sinuca e tomando uns tragos compramos alguns refrigerantes e abrimos nossos Subways (dica do Mildo, muito boa por sinal).

Estávamos na metade do caminho e a parte mais difícil já tinha ficado pra trás. Agora vinha a parte lazarenta de difícil, porém não menos divertida. Alguns morros acima e abaixo e  uma última parada pra agrupar a moçada na mercearia Sta Inês. Se um dia você passar por ali não deixe de experimentar o delicioso suco Tilly, uma mistura de Maça, Abacaxi e Hortelã que não tem gosto de nada disso! Mas tem vitamina C!

Saindo dali encaramos a última subida forte e encontramos o Maurílio com sua bike de Internet (segundo o Mildo) já no começo de trecho final de asfalto. Resolvemos então, eu Gassner e Maurílio, tocar na frente do pessoal até Ponta Grossa onde nossa Van nos aguardava para a volta. Começamos a pedalar e minha corrente arrebentou. Com ajuda do Gassner emendamos a dita cuja e mais algumas pedaladas a frente soltei aquele FUDEU! Tinha ido corrente, gancheira, cambio, tudo pro saco!

Quando eu já estava conformando em ficar ali na estrada pra esperar o resgate na companhia do Lulis, não é que surge Fabio MacGyver pra botar minha bike de pé. Em alguns minutos estávamos back on track, tá certo que só com uma marcha, mas curtindo um estradão vazio e um pôr-do-sol magnífico.

Fechamos o pedal em Ponta Grossa, com 140km e mais de 2500m de altimetria. Track disponível aqui e mais fotos aqui.

Como prometido, algumas respostas pra menina da mercearia (e pra maioria das nossas esposas):

  • Pra rir muiiiiito com a história do Mildo sobre a música da Sade.
  • Pra tomar umas coisas diferentes, não necessariamente tão boas, que você não encontra em qualquer lugar.
  • Pra ver uma bike de internet ao vivo como a do Maurílio XTR.
  • Pra jogar papo fora
  • Pra conhecer melhor as pessoas
  • Pra vencer desafios
  • Pra ficar todo dolorido e se sentir vivo
  • Pra aprender botar uma bike de pé quando você já tinha largado aquele FUDEU!!
  • Pra discutir qual será a próxima aventura durante a volta
  • Pra ver um pôr-do-sol numa estrada deserta

E certamente durante os próximos pedais devo encontrar mais algumas respostas. Muito obrigado a todos os pedalante por esse ótimo pedal!

Longão

By Luiz, 19/07/2010 9:25 pm

CURITIBA (ensopado) Faz uns dois meses que aumentei meu longão semanal para 20km. Tem gente que não gosta muito desse tipo de treino mas eu devo confessar que prefiro meu longão do que os malditos treinos de tiro. Com uma distância um pouco maior tive que aprender a lidar com dois problemas: hidratação e percurso.

Com relação a hidratação, hoje testei um cinto com várias garrafinhas de 125ml. Gostei dele pois dá pra distribuir o peso da água o que não é possível quando se carrega uma única garrafa maior. Essa distribuição do peso torna a corrida mais confortável e depois de alguns minutos você nem percebe que esta correndo com o dito cujo.

Quanto ao percurso, eu já estava meio sacudo de ficar dando voltas no Barigui e no São Lourenço. A vantagem do parque, entretanto,  é que você não precisa disputar espaço com os carros e ônibus. Mas depois de dar 10 voltas no São Lourenço esses dias resolvi ir pra rua literalmente. Hoje fiz um circuito bacana saindo do Cabral, passando pelo Santa Cândida, Barreirinha, São Lourenço, Centro Cívico e Ahú.

Gostei do percurso depois de um pedal que fiz com o Leandro no Tag Night da semana passada. Se você estiver procurando algumas subidinhas pra treinar, esse percurso tem mais subidas que a Meia-Maratona de Foz de Iguaçu. Além do mais, dá pra correr a maior parte do tempo sem se preocupar com os malditos semáforos.

Polícia para Quem Precisa

By Luiz, 15/07/2010 9:49 pm

CURITIBA (frio e chuva) Hoje tive que correr atrás de uns documentos e por isso passei no mesmo local três vezes em menos de uma hora. Como a região não é muito amistosa resolveram reforçar o policiamento em determinadas horas do dia. Como em todas as vezes que passei ali o semáforo estava fechado, fiquei observando a dupla feminina de guardas na esquina.

Não tenho absolutamente nada contra mulheres policiais, muito pelo contrário. Mas a duplinnha estava num papo tão interessante que nem notou um pedestre quase ser atropelado por um maluco que resolveu acelerar no amarelo. Polícia desse jeito, quem precisa?

The Best

By Luiz, 08/07/2010 6:15 pm

CURITIBA (eu vou!) Hoje recebi a notícia de que a melhor banda de Rock em atividade vem pro Brasil em Outubro. É, o trio Canadense do Rush vai fazer dois shows no Brasil, pra variar em SP e RJ. O show deles que eu vi em 2002 foi um dos melhores e esse não deverá ser diferente.

Pra matar um pouco a ansiedade, Fly by Night!

Corrida de Aventura em Irati

By Luiz, 04/07/2010 6:01 pm

CURITIBA (moído) Esse fim de semana participei da segunda etapa do circuito Paranaense de Corrida de Aventura, em Iratí-PR, organizada pela Extremaventura. Já tinha desistido de correr essa etapa pois a Elenise não estava muito animada, talvez por causa das dificuldades que encontramos na etapa de São Jose dos Pinhais e o Mildo com o dito alvará caçado. Em cima da hora o Rodrigo me convidou pra correr com ele pois seu parceiro, Minduim, machucou o pé jogando futebol. Topei a parada e fomos pra Iratí na sexta pra participar do congresso técnico  a noite. A largada aconteceu as 9:30h do sábado e desde o começo da prova corremos em duas duplas, a nossa Transpirando.com e a dupla formada pelo Peterson e o Guilherme.

Na largada tinha uma equipe da RPC fazendo uma reportagem sobre a corrida. O video está disponível nesse aqui.

Largamos no bolo como sempre e logo estávamos no primeiro PC dos dezessete planejados na prova. Achamos que estávamos bem até que chegamos perto do PC3 sem termos passado pelo PC2. Voltamos um bom pedaço e logo estávamos back on track. Tá certo que tivemos cruzar uma plantação de pico-pico duas vezes.

Saímos dali parecendo um porco-espinho!

Em função do nosso erro ficamos bem pra trás das outras equipes. Entretanto, a partir do PC2 nossos erros de navegação quase não existiram em função da nossa dupla de navegação afinada, Rodrigo-Perterson. Do PC3 ao PC4 foi ladeira abaixo e deu pra correr a maior parte do percurso. No PC4 fizemos a transição para as bikes e enfrentamos um trecho de uns 20km passando por alguns PCs virtuais (PC5 e PC6).  Belas paisagens nos acompanharam, assim como algumas subidas de impor respeito.

Nesse trecho ganhamos algumas posições graças a navegação eficiente.

Chegamos ao PC7 para uma nova transição. O próximo desafio era marcar um cartão com três perfuradores escondidos numa caverna (PC8). Depois de um tempo de procura, conseguimos marcar os três cartões e partimos rapidamente para o PC9 para entregar os dito cujos.

Ali recebemos uma boa notícia. A Argentina tinha levado 4 da Alemanha!! Num trote leve rumamos para o PC10 que era no início de um cânion. Para chegar até o PC11 tínhamos duas escolhas. A primeira era ir pelo leito do rio (cerca de 2km – em azul no mapa abaixo) ou seguir pela estrada (cerca de 5km – em vermelho). Influenciados pelo Peterson que disse que a velocidade média em leito de rio é de 1km/h, resolvemos ir pela estrada. Além disso, o pessoal que estava no PC disse que a água estava gelada! O primeiro quilômetro foi uma subida muito forte mas depois conseguimos voltar aos nossos trotes. Chegamos ao PC10 em terceiro lugar. Ou seja, nossa estratégia tinha funcionado.

Voltamos no mesmo pique para fazer a última transição para as bikes animados pelas histórias da época do exercito do Guilherme. Guilherme que aliás é triatleta e foi o grande responsável por puxar o pelotão durante todo o tempo.

Antes da transição fizemos  uma parada estratégica na casa de um morador pra repor os estoques de água e também comer alguma coisa.  Pegamos as bikes por volta das 18:20h e fomos informados que deveríamos seguir diretamente para o último PC. Parece que o percurso planejado já não era seguro por causa da neblina e da quantidade de bares e motoristas sem noção da região. Tínhamos um trecho de 40 km entre terra e asfalto pra cobrir. Muito sobe e desse e antes de chegarmos ao asfalto eu achei que ia quebrar. Foi nesse momento que o Guilherme me deu uma porção mágica pra tomar  que me levantou em cinco minutos. Com a tal super dose de cafeína, taurina e sei lá mais o que pedalei até a chegada numa boa.

No fim das contas chegamos em terceiro, mas a dupla que chegou em segundo foi desclassificada. Consequentemente nós quatro herdamos um honroso segundo lugar! Além do segundo lugar, durante essa prova tive a oportunidade de aprender bastante sobre navegação e corridas de aventura com Peterson e ouvi histórias muito divertidas sobre maratonas, triatlo, etc, do Guilherme. Valeu Rodrigo pelo companheirismo!

Alguns números da prova: 70km de bike, 27km de trekking e 1788m de subidas acumuladas. Mais importante, 12h de diversão!!

Veja o vídeo produzido pelo Rodrigo

Parece que Encontrei

By Luiz, 25/06/2010 10:07 pm

CURITIBA (eita retranca) Estava na busca de um software tão bom quanto ao SportTracks que funcionasse no Mac. Infelizmente o SportTracks, que é free, só roda no Windows. Uma coisa que eu gosto bastante nele é a opção de controlar a quilometragem dos equipamentos, então minha busca foi nesse sentido.

Minha primeira tentativa foi com o TrailRunner, que também é free, e que a primeira vista parecia bem bacaninha. Três problemas que me fizeram desistir:

  1. Interface com os GPS bem fraquinha. Para conseguir ler os dados do Forerunner 305 é preciso instalar um outro aplicativo (GPSBabel) mais um outro script. Tem suporte direto somente para os modelos Forerunner 50 e 405.
  2. Importação de arquivos GPX deficiente. Não traz batimentos cardíacos, etc. Também não reconhece as “laps” do GPS. Ele agrupa tudo numa única atividade. Falha grave!
  3. Não é possivel cadastrar os equipamentos. O controle de quilometragem até é possível, mas é na base da famosa “Gambi”

A segunda tentativa foi o RubiTrack. Esse tem tudo que o SportTracks tem e um pouco mais. Custa EUR 20, porém. Reconhece tanto o Forerunner quanto o Edge, permite relacionar mais de um equipamento a uma determinada atividade, e mais um montão de coisas. E pra acabar, permite escolher onde o arquivo de dados vai ser gravado. Deste modo é possivel gravar os dados no Dropbox e acessar seus dados em qualquer máquina. Cool!!

E finalmente, o último programa testado foi o Ascent. Faz mais ou menos a mesma coisa que o rubiTrack mas com duas desvantagens. Custa um pouco mais caro e a interface é meio tosca.

Em resumo, acho que vou de RubiTrack

New Toy

By Luiz, 23/06/2010 5:20 pm

CURITIBA (running late) Dinheiro do projeto saiu e como prometido estou com um brinquedinho novo. Se trata do MacBook Pro de 13′. Por que esse modelo? Por que eu queria algo leve pra levar pra cima e pra baixo mas que fosse completinho, coisa que o MacBook Air não é.

As primeiras impressões foram boas. Claro que eu tenho que aprender muita coisa pois trata-se de um conceito diferente. So far so good! Consegui achar meu “Survival Kit” que tem Firefox, LaTeX (estou usando o MacTeX que vem o um editor legalzinho), Python e C (XCode).

Ando incomodando um monte de gente que eu conheço que usa Mac e acho que em algum tempo desligo ambos Windows e Linux. Não que a Maçã seja perfeita, longe disso, mas ela une uma interface matadora com um Console Unix (que pra mim é essencial).

Ainda estou procurando um bom substituto para o SportTracks que tenha suporte para meus Garmins. Mais tarde vou testar o TrailRunner que pelo jeito parece ser bacana. Senão, vou ter que acabar com o GarminConnect. Estou aceitando sugestões!

Running Tour

By Luiz, 20/06/2010 2:24 pm

CURITIBA (just perfect) Na revista Runners World desse mês saiu uma matéria sobre os Running Tours, em que os guias corredores mostram as atrações das cidades no ritmo que vocês quiser.

Como eu tinha que fazer meu longão e estava na cidade maravilhosa, decidi fazer um Running Tour by myself, já que não achei um guia disposto a me acompanhar. Fiz um percurso bate-volta com cerca de 17km saindo da Marina da Glória e passando pelas praias do Flamengo, Botafogo, Urca e o bairro da Urca. Grande parte do percurso é feito na ciclovia ao lado da praia e o trajeto é todo plano.

Tá aí uma boa maneira de conhecer qualquer cidade!

A Conferência e a Copa

By Luiz, 18/06/2010 12:33 pm

RIO DE JANEIRO (esquentou bastante) Esta é a 17a. edição da IWSSIP, a qual  teve sua primeira edição em Budapeste em 1994 por iniciativa de pesquisadores de Leste Europeu.  Essa é a primeira vez que a mesma é organizada na America do Sul e em 2011 vai pra Sarajevo na Bosnia&Herzegovina. Parece um lugar legal pra uma conferência :)

A conferência está sendo na praia do Flamengo num hotel ao lado do Museu da República. O jardim do museu é um bom local pra resfriar o cérebro entre uma apresentação e outra.

Outra coisa divertida está sendo conversar com a gringarada sobre a copa do mundo. O Alemão ontem já estava achando que ia ser campeão. Hoje depois da derrota pra Sérvia já não está tão confiante. Os Franceses estão todos em baixo da mesa e dizem que nem gostam de futebol. O Polonês que está torcendo pro Brasil não entendeu direito por que tudo fecha no dia do jogo. O polaco chegou antes no Rio pra passear um pouco e disse que nem água ele conseguiu comprar na terça a tarde.

Os Brasileiros estão divididos xingando o Dunga e os Argentinos, bem não tem Argentinos nessa conferência…

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