Garmin Vivoactive HR

CURITIBA (time is on my side) Quando comprei o Vivosmart da Garmin, na realidade eu estava procurando um smartwatch. Entretanto, na época não encontrei nenhum que me agradasse. Tinha o Apple Watch, que é muito legal mas se torna um peso de papel quando está longe do iPhone. Meu Vivosmart cumpriu o que prometida durante quase um ano quando os pixels do display OLED começaram a morrer. Aí resolvi ir atras de um smartwatch novamente.

Flertei de volta com o Apple Watch, mas ele continua sem GPS e com uma bateria que dura 1 dia. Na realidade, é o mesmo relógio do ano passado pois a Apple não lançou nenhuma atualização de hardware ainda. Depois de procurar bastante acabei escolhendo o Garmin Vivoactive HR. Ele faz tudo que o Vivosmart faz mas conta com GPS (GLONASS), sensor de altitude barométrico, e sensor cardíaco no pulso.

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Segundo a Garmin, a bateria dura cerca de 13h com o GPS ligado e oito dias de uso contínuo. Tenho usado o relógio com tudo ligado (notificações do celular, sensor cardíaco, GPS para correr de uma a duas vezes por semana, etc) e a bateria tem durado cerca de uma semana. Ou seja, cumpre o que promete. Se você está procurando um bom review sobre o Vivoactive, como sempre sugiro o DCRainmaker.

De todas as funcionalidade do relógio, eu estava ansioso pra testar o sensor cardíaco. Você tem no visor do relógio um histograma com as 4 últimas horas de medição e todo seu histórico no Garmin Connect.

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Legal, mas como esse sensor se compara a tradicional cinta de batimento cardíaco? As informações que eu encontrei divergem um pouco. Alguns dizem que o sensor é bastante preciso, já outros dizem que depende do usuário. Para tirar minhas próprias conclusões fiz diversos testes usando como comparação o XT310 na corrida e o Edge 1000 na bike. O batimento cardíaco médio no fim da atividade é bastante próximo, mas analisando o gráfico dá pra ver que o Vivoactive apresenta alguns picos durante a medição e logo depois volta a “normalidade”. Como eu disse, na média os valores são parecidos.

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Uma funcionalidade que veio de brinde (eu não sabia que tinha) é o sensor de cadência, o qual mede o número de passos por minuto (SPM – steps per minute) na corrida. Segundo os experts, o ideal é ter uma cadência de 180 SPM. Pelo que andei lendo, corredores mais altos tendem a ter uma cadência um pouco mais baixa. Abaixo o gráfico de uma corridinha de 1h que eu fiz esses dias num ritmo de 5’/km. A cadência média ficou em 165 SPM. Vai ser foda chegar nos 180!

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A Garmin aproveitou os diversos sensores presentes no relógio para identificar de forma automática as atividade físicas. Elas aparecem em cinza no Garmin Connect. Se você não quer seu “feed” poluído, essa funcionalidade pode ser desligada.

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E finalmente, o brinquedinho consegue monitorar um montão de atividades, como por exemplo:

  • Corrida (indoor e outdoor)
  • Bike (usa ANT+ pra falar com os sensores da bike)
  • Trekking
  • Natação
  • Golf
  • Stand-up paddle
  • Ski  (downhill e XC)
  • Remo

Por enquanto a avaliação do Vivoactive é bastante positiva. Dessa vez eu guardei a nota fiscal caso os pixels do relógio resolvam “morrer” antes do tempo.

One thought on “Garmin Vivoactive HR

  1. Apesar da análise superficial, ela foi bem objetiva no que tange ao aparelho em si. Estou adquirindo um vivoactive HR, e sinto falta de uma análise maior do produto em português.
    Irei usar basicamente para bike, e no dia-a-dia. Parabéns pelo relato. abs

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