Strava Festive 500 (2016)

CURITIBA (pra fechar) Diferentemente do ano passado, que choveu e fez frio entre o natal e o ano novo, esse ano fez um calor infernal. Tentamos fugir do sol, mas não teve muito jeito. Torramos os braços e pernas sob um sol de mais de 30C quase todos os dias, mas valeu a pena. Esses foram os pedais que fizemos pra fechar os 500km do Festive 500 de 2016:

  • Pedal 1: Volta da Graciosa
  • Dia 24/12/16
  • 143km, 1686 de subidas acumuladas
  • Luiz, Fabricio, Arce e Felipe
  • Percurso: Strava, Relive

Trajeto clássico na região de Curitiba que desce a serra do mar pela BR277 e sobe os paralelepípedos da estrada da graciosa. Primeira vez que fiz de speed, entretanto. Todas as outras vezes fui de MTB. Pneuzinho 23c certamente não é o mais adequado para esse tipo de piso. Apesar de não ter o equipamento adequando deixei a molecada pra traz na subida 🙂 Tá certo que precisei de uma roda pra voltar no contorno.

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Fabricio no fim da subida. Só o pó da capa do batman

  • Pedal 2: Curitiba-Matinhos
  • Dia 26/12/16
  • 110km, 339m de subidas acumuladas.
  • Luiz, Fabricio, Felipe
  • Percurso: Strava, Relive

Pedalzinho detox de Natal. Fabricio precisava pegar o carro dele no litoral então aproveitamos a carona garantida para a volta para descansar as pernas do pedal da graciosa. Apesar do forte calor (na casa dos 30 graus), fizemos o pedal num bom ritmo e fechamos os trajeto com 38.4km/h de média. Acabamos ao lado da piscina do prédio em Caiobá.

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  • Pedal 3: Campo Largo, Ouro Fino, Colonia Witmarsun
  • Dia 27/12/16
  • 111km, 1447m de subidas acumuladas.
  • Luiz, Fabricio, Felipe
  • Percurso: Strava, Relive

Como o pedal do dia anterior não teve muita altimetria, apesar do ritmo forte, resolvemos emendar mais um longo. Dessa vez fomos para as estradas em direção oposta ao litoral paranaense. Saímos por volta das 8h de Campo Largo, passamos por Ouro Fino, subimos a serra de SLP e fomos até a Colônia Witmarsun. O calor começou a apertar no começo da subida da serra e quando chegamos em Witmarsun o termômetro do GPS já marcava 32 graus. Um alivio foi o vento a favor na volta. Apesar do calor, altimetria forte e dos pneus furados, conseguimos manter uma boa média, perto dos 30km/h.

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Curta, porém bela estrada que leva até Ouro Fino.

  • Pedal 4: Palmitalzinho
  • Dia 28/12/16
  • 93km, 829m de subidas acumuladas.
  • Luiz, Fabricio, Felipe, Arce, Diogo, Bianco e Josmar
  • Percurso: StravaRelive

Ainda meio cansado do pedal do dia anterior, minha ideia era fazer um pedal recuperativo de uns 60km. Quando me dei por conta estava num pelote de 7 ciclistas e acabamos dando uma esticada pela estrada do Palmitalzinho. Ali o grupo de dividiu em dois. Fabricio, Arce e eu estávamos perto de Quatro Barras quando o telefone do Arce tocou. Era o Felipe informando que o Bianco e o Josmar tinham se acidentado numa curva da Dom Pedro. Um carro meio fechado e eles meio abertos se encontraram. Sorte que a velocidade não era tão grande e nada mais grave aconteceu. Apenas alguns arranhões e uma roda torta. Tomamos um café na padoca de Quatro Barras e voltamos para encontrar os acidentados e seguir viagem, agora num pelote de 5. O sol deu as caras, mas não tão forte como nos dias anteriores.

Roda do Bianco depois de ser atropelada pelo carro (Foto: Felipe)

  • Pedal 5: Pedágio+Quatro Barras
  • Dia 29/12/16
  • 99km, 706m de subidas acumuladas.
  • Luiz, Fabricio, Felipe, Arce
  • Percurso: StravaRelive

Faltavam cerca de 40km para fechar o desafio. Um pedalzinho leve até o Pedágio e tudo estaria resolvido. Encontrei o Felipe as 8h no posto e fomos até o Rio Pequeno. Fabricio perdeu a hora e apareceu mais tarde no pedágio. Depois de um longo café no SAU, chega o Arce com aquela cara de cachorro pidão procurando companhia para um pedal mais longo, afinal de contas ele ainda tinha uns 200km pra fechar o desafio. Se você pagar o café em Quatro Barras, eu te acompanho, barganhei. No fim das contas fomos todos os quatro e ele acabou pagando a conta. Quem manda viajar no meio do desafio.

Confraternização na padoca de 4 Barras

O que era pra ser um bate-volta no pedágio acabou virando um pedal de quase 100km com média de 31.5km. Na volta de Quatro Barras o Felipe ainda conseguiu arrancar o pedal do pedivela. Na realidade ele achou um bom motivo para comprar pedais novos! Além de uma boa desculpa pra chegar meio atrasado em casa.

O mapa abaixo mostra os trechos por onde pedalei nessa última semana. Foram 557km, 5007m de subidas, 17h51′ em cima da bike com uma média geral de 31.4km/h. Meus sinceros agradecimento ao Felipe, Fabrico e Arce pela excelente e constante companhia durante esses dias! Feliz 2017!!

Isla Mujeres

CANCUN (that’s it) Terminada a conferência, tiramos o dia para conhecer a Isla Mujeres uma ilhota localizada a cerca de 5km  de Cancun. A travessia com a empresa Ultramar (www.ultraferry.com) custa US$ 22 (19+tax) e leva cerca de 25 minutos. O barco sai de três locais em Cancun: El Embarcadero, Playa Tortugas e Playa Caracol. Para quem está em algum hotel da zona hoteleira, a Playa Caracol é o local mais próximo. O trapiche de embarque fica ao lado do restaurante Mocambo, atrás do centro de convenções.

A pequena ilha pode ser explorada a pé, de bike, taxi, ou ainda com os carrinhos elétricos que você encontra em todos os cantos para alugar. Como a nossa missão era curtir o dia de folga na praia, fomos diretamente a Playa Norte, uma prainha com águas cristalinas de frente para o mar do Caribe. Um verdadeiro paraíso

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Nessa praia existem uma porção de bares e restaurantes onde você pode alugar cadeiras e guarda-sol. Depois de um ligeiro estudo de mercado ficamos no restaurante Tuturreque 33. Consumindo mais de 400 pesos (cerca de US$ 20) você pode usar toda estrutura do restaurante, como banheiros, chuveiros, cadeiras, etc.. A good deal.

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A outra forma de explorar a ilha é comprando um pacote junto as operadoras de turismo. Custa cerca de US$ 45 e dá direito a travessia e mais alguns regalos, geralmente como bebida  inclusa. Se você curte ficar num barco cheio de gente (tipo esses barcos de refugiados que aparecem nos jornais hoje em dia) com música de qualidade duvidosa em altissimo volume, aí eu acho que vale a pena. Senão, faça o passeio por conta.

A Conferência

CANCUN (blur) De volta ao ICPR, agora na sua 23a edição. O que é notório esse ano é a ausência dos Brasileiros. Na edição passada na Suécia, escrevi sobre a boa quantidade de pesquisadores Brasileiros na conferência. Os impactos da crise começam a aparecer na nossa ciência.

Quem conseguiu vir está vendo uma conferência muito bem organizada pelos Mexicanos. Tirando o wifi que está uma bosta, o resto está muito bem organizado. Ontem os caras fizeram um cocktail de recepção na praia que foi de tirar o chapéu.

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Ainda no primeiro dia tivemos uma apresentação do Haralick, o pai das matrizes de co-ocorrencia, que foram introduzidas por ele como descritores de textura nos anos 70, e que são usadas até hoje. Fei-Fei Li, a “rising star” na área de visão computacional recebeu um prêmio da conferência e também fez uma apresentação sobre suas pesquisas recentes.

Temos dois artigos nessa edição da conferência. Um sobre o reconhecimento de assinaturas do Luiz Gustavo, aluno de doutorado na ETS/Canada e outro sobre identificação de escritores do Diego, meu ex-aluno de doutorado, hoje professor da UTFPR.

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A próxima edição do ICPR será na China. Vamos torcer para ter recursos pra estar lá em 2018.

Chichén Itzá

img_0178-2CANCUN (hot, hot, hot) Quando comentei com um colega que estava vindo para Cancun ele me disse que eu não poderia deixar de visitar Chichén Itzá, a cidade construída pelos Maias. Como eu tinha o domingo livre antes conferência, resolvi seguir o conselho dele.

Como resolvemos fazer o passeio em cima da hora, pegamos um tour com uma das milhares de operadoras de turismo que existem em Cancun. Geralmente evito esse tipo de turismo, pois não gosto de guias de operadoras que só te mostram o que eles querem. Além disso, esse tipo de tour acaba sendo demorado pois você tem que parar em lugares que normalmente não pararia se estivesse com um carro alugado, por exemplo. Fica a dica. Fuja dos tours.

Falando um pouco da atração em si, o lugar é magnífico. Vale a pena a visita. Não é a toa que Chichén Itzá foi considerado pela Unesco uma das sete maravilhas do mundo moderno e patrimônio mundial da humanidade. O templo de Kukulcan, uma pirâmide com 9 degraus construída por volta do século X, domina o cenário do local.   Se você bater palmas na frente da pirâmide, ela responde com canto de um quetzal, um pássaro sagrado na cultura Maia. Puta obra de engenharia! Se quiser uma explicação cientifica, dá uma olhada nesse artigo  escrito por um grupo de pesquisadores belgas

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Consegui essa foto sem ninguém na frente pois caiu um pé d’agua e todo mundo correu da chuva. Senão, tem gente pra cacete rodeando a pirâmide.

Outra obra de engenharia impressionante dentro do parque é o campo de jogo. A forma com que as paredes foram construídas, com uma certa inclinação, faz com que o lugar tenha uma acústica formidável. Segundo o guia, nesse campo de jogo, o ganhador dava sua vida em sacrifício aos Deuses. Ou seja, o perdedor cortava a cabeça do ganhador.

Abre aspas. Talvez as paredes tortas, que hoje são explicadas pelos guias de turismo como soluções acústicas inovadoras, tenham sido cagada do pedreiro mesmo. Quem já construiu sabe do que estou falando. Fecha aspas.

img_0207A terceira construção mais imponente é o templo dos guerreiros. Uma outra pirâmide rodeada por centenas de colunas representando os guerreiros.

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img_0226Além dessas construções maiores, existem várias outras construções menores no parque, como um observatório astronômico, outras pirâmides menores, uma  igreja, etc.. Ou seja, pra quem gosta de história e arqueologia, um prato cheio. A imagem abaixo dá uma ideia do tamanho do parque.

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O lado negativo de Chichén Itzá é a quantidade de vendedores ambulantes dentro do parque. Os estreitos caminhos que ligam uma atração a outra são tomados por esses vendedores que insistem em te vender algum souvenir qualquer. Tem uma hora que enche o saco. Entendo que os milhares de turistas que visitam esse lugar todos os dias representam o ganha pão dessa gente, mas a administração deveria encontrar um local fora do parque para abrigar esse tipo de comércio.

Ñuñoa

SANTIAGO (hot and dry) Mais uma semaninha de trabalho em Santiago, dessa vez convidado pelo meu colega José Saavedra para discutir nossas pesquisas em “deep learning”. Hoje fiz uma apresentação para os alunos da ciência da computação da Universidad de Chile sobre reconhecimento de padrões e aprendizagem de máquina e depois José me levou para conhecer o bairro onde ele mora. Trata-se da comuna de ñuñoa (lugar das flores amarelas).

O ponto “turistico” da região é a plaza ñuñoa, onde está o bonito prédio da prefeitura da comuna. Ao redor da praça tem um porção de bares e restaurantes. screen-shot-2016-11-09-at-22-10-37

Mas os mais legais ficam atras do prédio da prefeitura descendo um lance de escadas. O local lembra um pouco o famoso Patio Bela Vista (talvez a maior armadilha para turistas de Santiago). Este porém é frequentado pelos locais, pois fica um pouco longe do centro e não tem metrô perto. O jeito mais fácil de chegar lá é pegando um taxi ou uber.

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Descendo as escadas, o primeiro bar a direita tem um monte de cervejas artesanais e um bom hamburger. As IPAs chilenas merecem uma certa atenção!

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Garmin LiveTrack

CURITIBA (on the radar) Um funcionalidade bem interessante do Garmin Connect é o LiveTrack. Esse serviço pode ser usado com os dispositivos da Garmin que possuem conexão bluetooth, como por exemplo os Edges 510, 810, 820 e 1000. Basicamente, o LiveTrack conecta seu Edge ao seu smartphone via Bluetooth e envia suas informações de localização para um website, onde seus amigos e familia podem ver onde você está.

Para usar o LiveTrack, certifique-se que o bluetooth está ligado. No app da Garmin instalado no seu telefone, selecione a opção LiveTrack e ative o serviço clicando em StartLiveTrack. Isso feito, você pode escolher como e com quem compartilhar suas informações de localização. A mais interessante, entretanto, é a opção GroupTrack.

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Com o GroupTrack habilitado, seus companheiros de pedal podem visualizar na tela do GPS onde você está. Para isso, selecione a opção Setup no GPS, GroupTrack e habilite a opção “See Connections on Map”

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Voilà, suas conexões ativas vão aparecer na tela do seu GPS informando a velocidade e a distância.

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Clicando no nome da pessoa, ele aparece no mapa. Assim dá pra monitorar os atrasadinhos e decidir se espero além da tradicional tolerância de cinco minutos :).

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No Trespassing

CURITIBA (cercas) Um lugar bastante interessante para a prática de MTB perto de Curitiba, a cerca de 30km,  é a serra de São Luiz do Purunã. Lá você encontra um monte de entradinhas e um montão de subidas e descidas, afinal de contas é uma serra. Qualquer pedalzinho de 40km por ali tem mais de 1000m altimetria. O trecho mais conhecido é a estrada da Faxina, uma estrada com pouco mais de 10 km, paralela a BR 277, que liga o pé da serra ao topo.

Meio cansado de subir e descer pelas mesmas rotas, resolvi dar uma explorada nos trajetos do GPSies e Strava pra ver se tinha alguma alternativa pra ser explorada. No Strava encontrei uma rota bem interessante de descida. Quando digo bem interessante, quero dizer uma alternativa de descida da serra de SLP com gradiente de 15%. Downhill de verdade! Em azul, o trajeto novo que eu fiz baseado no strava.

Faxina AlternativaPois bem, sábado passado juntamos três professores da UFPR (eu, Pedro e Peterson) e fomos executar o plano. O começo do trecho marcado em azul no mapa acima é a conhecida estrada da Lage, a qual leva a pousada cainã. So far so good. Numa altura dessa estrada o Peterson alertou para o fato de que não existia mais estradas para descer a serra. Eu disse que o Strava afirmava o contrário. Tocamos em frente.

Quando chegamos no ponto de sair da estrada principal, percebi que o Peterson estava certo. Não tinha estrada e sim um caminho no meio de uma plantação de trigo, onde uma placa dizia, “Propriedade Privada. Não Entre”. Entramos. Andamos mais um pouco e mais uma porteira. Passamos. Mais um pouco e um terceira porteira, esta com cadeado. Pulamos. Aí começa o downhill no meio do mato. Simplesmente sensacional.

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A descida acaba em mais uma porteira que entra no quintal de uma casa, que eu imagino ser do caseiro da propriedade. Passamos rapidinho entre as galinhas e os cachorros e logo estávamos na última porteira, onde o caseiro veio tirar satisfação:

O que vocês estão fazendo aqui?

Estamos perdidos!

Sempre essa desculpinha. Puta que pariu!! Tô cansado disso… Vocês são analfabetos?

Quando é conveniente…

Deixamos o caseiro resmungando sozinho e continuamos o pedal, até porque estávamos dentro de uma propriedade particular.

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Na região existem várias propriedades particulares que dá pra pedalar sem problemas. Não é o caso desta. Uma pena, pois a trilha é bacana. Ficou interessado de qualquer forma? Segue o track nos strava. Note vários analfabetos por conveniência ja passaram por lá. Criaram até um segmento na descida 🙂


 

Garmin Vivoactive HR

CURITIBA (time is on my side) Quando comprei o Vivosmart da Garmin, na realidade eu estava procurando um smartwatch. Entretanto, na época não encontrei nenhum que me agradasse. Tinha o Apple Watch, que é muito legal mas se torna um peso de papel quando está longe do iPhone. Meu Vivosmart cumpriu o que prometida durante quase um ano quando os pixels do display OLED começaram a morrer. Aí resolvi ir atras de um smartwatch novamente.

Flertei de volta com o Apple Watch, mas ele continua sem GPS e com uma bateria que dura 1 dia. Na realidade, é o mesmo relógio do ano passado pois a Apple não lançou nenhuma atualização de hardware ainda. Depois de procurar bastante acabei escolhendo o Garmin Vivoactive HR. Ele faz tudo que o Vivosmart faz mas conta com GPS (GLONASS), sensor de altitude barométrico, e sensor cardíaco no pulso.

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Segundo a Garmin, a bateria dura cerca de 13h com o GPS ligado e oito dias de uso contínuo. Tenho usado o relógio com tudo ligado (notificações do celular, sensor cardíaco, GPS para correr de uma a duas vezes por semana, etc) e a bateria tem durado cerca de uma semana. Ou seja, cumpre o que promete. Se você está procurando um bom review sobre o Vivoactive, como sempre sugiro o DCRainmaker.

De todas as funcionalidade do relógio, eu estava ansioso pra testar o sensor cardíaco. Você tem no visor do relógio um histograma com as 4 últimas horas de medição e todo seu histórico no Garmin Connect.

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Legal, mas como esse sensor se compara a tradicional cinta de batimento cardíaco? As informações que eu encontrei divergem um pouco. Alguns dizem que o sensor é bastante preciso, já outros dizem que depende do usuário. Para tirar minhas próprias conclusões fiz diversos testes usando como comparação o XT310 na corrida e o Edge 1000 na bike. O batimento cardíaco médio no fim da atividade é bastante próximo, mas analisando o gráfico dá pra ver que o Vivoactive apresenta alguns picos durante a medição e logo depois volta a “normalidade”. Como eu disse, na média os valores são parecidos.

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Uma funcionalidade que veio de brinde (eu não sabia que tinha) é o sensor de cadência, o qual mede o número de passos por minuto (SPM – steps per minute) na corrida. Segundo os experts, o ideal é ter uma cadência de 180 SPM. Pelo que andei lendo, corredores mais altos tendem a ter uma cadência um pouco mais baixa. Abaixo o gráfico de uma corridinha de 1h que eu fiz esses dias num ritmo de 5’/km. A cadência média ficou em 165 SPM. Vai ser foda chegar nos 180!

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A Garmin aproveitou os diversos sensores presentes no relógio para identificar de forma automática as atividade físicas. Elas aparecem em cinza no Garmin Connect. Se você não quer seu “feed” poluído, essa funcionalidade pode ser desligada.

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E finalmente, o brinquedinho consegue monitorar um montão de atividades, como por exemplo:

  • Corrida (indoor e outdoor)
  • Bike (usa ANT+ pra falar com os sensores da bike)
  • Trekking
  • Natação
  • Golf
  • Stand-up paddle
  • Ski  (downhill e XC)
  • Remo

Por enquanto a avaliação do Vivoactive é bastante positiva. Dessa vez eu guardei a nota fiscal caso os pixels do relógio resolvam “morrer” antes do tempo.