Seguro Residencial Vale a Pena?

CURITIBA (úmido) Quando você faz um seguro, a última coisa que você deseja é precisar do mesmo. É o tipo da coisa que a gente paga e reza pra não usar. Mas como já dizia Forest Gump, shit happens, e aí é bom ter seguro.

Sempre tive seguro do carro e faz um bom tempo que temos seguro residencial também. Quando mudei do apartamento para a casa no condomínio que moramos agora, resolvi adicionar à nossa apólice um valor para cobrir furtos e roubos. Bem, até então só tínhamos engordado  os cofres das seguradoras, mas no mês passado precisamos usar os seguros. Bandidos assaltaram nossa casa e na fuga levaram o carro da minha esposa. Depois do desagradável trabalho de visitar algumas delegacias para fazer os famosos BO (Boletim de Ocorrência) comecei a correr atrás das seguradoras.

Minha preocupação maior era o seguro residencial, pois somente após o assalto é que eu fui ler o manual do segurado. E aí fiquei com medo. Lá dizia que o seguro não cobria um monte de itens, como notebooks, celulares, jóias, etc. E os que em teoria são cobertos pelo seguro, eu teria que ter nota fiscal. Eu não tinha nota de um monte de coisas que roubaram, como por exemplo, roupas, eletrônicos mais antigo, coisas que comprei no exterior, etc.

E nesse momento surgem vários experts no assunto. Não vão te pagar nada! Vão te enrolar! Daqui uns 6 meses você recebe alguma coisa! Vai ter que entrar na justiça! Foram algumas das coisas que eu escutei e que me deixaram ainda mais inquieto.

Uma semana após eu informar a seguradora sobre o sinistro, me pediram pra fazer uma lista com todos os bens roubados, anexar comprovantes e também uma cotação atual. Nesse meio tempo mandaram um perito na minha residência para verificar o ocorrido.  Como eu não tinha nota fiscal da maioria das coisas, anexei fotos e manuais. Quando fiz o seguro tirei fotos de tudo que tínhamos em casa. Quanto as roupas, recorri as fotos de viagem nas quais aparecíamos com as roupas que foram roubadas.

Depois de um mês do assalto recebemos a notícia da seguradora, a HDI, que receberíamos o valor total da nossa apólice. Aparentemente nossa fotos e manuais foram aceitas como comprovantes. Respondendo a pergunta, sim, vale a pena ter o seguro residencial. Tomara que eu nunca mais precise utilizar o seguro, mas do jeito que a segurança pública anda nesse país, é bom se precaver. Então para evitar stress, guarde todas as notas fiscais e faça uma cópia digital pra garantir. Além disso,  fotografe tudo que você comprar. E não esqueça, faça backup dos seus arquivos, principalmente das suas fotos. Isso é tipo da coisa que o seguro não cobre e não tem preço.

Gambi (Patent Pending)

CURITIBA (superando dificuldades) Comprei um fogão para a casa nova pois o antigo (apesar de NUNCA ter apresentado problemas) não se encaixava na cozinha nova. Depois de alguma pesquisa (mal feita pelo jeito) escolhemos um Electrolux modelo 76TBE. Bonitinho mas ordinário. Comprei o fogão em Junho pois tinha expectativa de mudar em Julho. Como já contei aqui, acabei mudando em Setembro somente. No começo de Outubro usei pela primeira vez o fogão e logo depois o forno.

E no primeiro uso do forno tudo funcionava bem até que o fogo apagou sozinho. Já tomei uma invertida da mulher, que me perguntou porque eu tinha desligado o forno. Eu nem mexi nesse negócio, me defendi. Liguei o forno novamente, e logo depois ele desligou sozinho. Viu, não fui eu! O troço apaga sozinho.

O fogão tem um dispositivo de segurança que fecha o gás quando o fogo do forno se apaga acidentalmente. No nosso fogão esse dispositivo deve estar com defeito. Parece que ele tem alguma relação com o botão que aciona o forno, pois se eu ficar pressionado o botão o forno não apaga.

O técnico veio aqui, um dia que eu não estava, e disse para minha diarista que o fogão estava funcionando e foi embora. O lorpa ligou o forno, viu a chama, esperou dois minutos e foi embora. Todas as minhas outras tentativas de ter o técnico na minha casa foram frustradas. O pessoal da Electrolux marca e ninguém aparece. Já foram três agendamentos frustrados, sendo o primeiro no dia 10 de outubro. Somente uma assistência técnica atende a região para produtos em garantia. Um atendimento pós venda catastrófico da Electrolux.

Enquanto a Electrolux não resolve meu problema, o jeito é improvisar. Ficou tão bom que resolvi patentear o invento. Amanhã encaminho o pedido para o INPI. A coisa funciona assim, pegue um objeto bem pesado capaz de exercer uma força suficiente sobre o botão para desativar o sistema de bloqueio de gás. O peso do objeto está no pedido de patente. Não pode ser tão pesado senão vai danificar o botão de acionamento. No meu caso o peso ideal era uma panela de ferro que eu tinha na cozinha.

E voilà, o forno funcionado novamente e o almoço de domingo garantido!

O invento só tem um problema. Eu não consigo mudar a temperatura do forno sem tirar a panela dali. Quem sabe o pessoal da Electrolux tenha a solução, ou não…

 

Lareira ou Recuperador de Calor

CURITIBA (hot) Quando eu comecei a construir a casa eu fiz uma lista de algumas coisas que deveriam estar presentes. Uma delas era a lareira. Mas depois de alguma pesquisa resolvi que não faria uma lareira tradicional.

Aqui alguns motivos que me levaram a essa decisão:

  • A eficiência não passa de 15%, ou seja, a maior parte do calor gerado pela queima da lenha sobe pelo duto da chaminé ao invés de aquecer o ambiente.
  • Cheiro de fumaça dentro de casa.
  • Alto consumo de lenha. Como você não consegue controlar a quantidade de ar na queima, uma lareira tradicional consome bastante lenha.

E quais são as alternativas? Na minha pesquisa encontrei um monte de coisas, entre elas lareiras elétricas, a gás e a etanol. Mas eu queria fazer fogo. Afinal de contas, a parte divertida de ter uma lareira é botar fogo na lenha e escutar a madeira crepitar, certo? Então eliminei todas essas opções.

Sobraram os chamados recuperadores de calor. Na Europa e no Canadá eles são bastante comuns e existem um monte de fornecedores. Uma boa referência é esse site Português. Já aqui no Brasil a coisa não é tão farta. Aqui em Curitiba encontrei a Central das Lareiras, que vende alguns produtos Franceses da Cheminées Phillippe,  a Kaminofen que vende os recuperadores Alemães da Caminos e também um representante que vende os produtos da Chilena Amesti.

Depois de muita conversa, visitas aos representantes e casas de amigos que instalaram produtos similares, decidi pelo produto Alemão da Caminos. Comprei o modelo Solidus que tem capacidade para aquecer 250m3.

A coisa funciona mais ou menos assim: A lareira tem uma câmara de combustão interna revestida de material refratário e uma camada externa envolvendo os lados e a parte traseira. Entre a camada externa e a câmara interna existe um vão que serve para a convecção do ar. O ar entre pela parte inferior (alguns modelos tem entrada de ar frontal também) e se aquece dentro do canal subindo e saindo aquecido pelas aberturas superiores.  O calor de irradiação é emanado pela camada externa e principalmente pelo vidro cerâmico. Existe também uma entrada de ar para controlar a queima da lenha.

A instalação é bastante simples e se você planejar com antecedência se torna mais simples ainda. Basta um buraco na parede (o duto é de 15cm) para passar o duto para fora da casa e instalar o resto da chaminé na parte externa da casa. No meu caso o duto passa por dentro da chaminé de alvenaria que eu tinha construído já prevendo a instalação da lareira.

Uma dica, se você pensa em colocar um recuperador de calor desses e ainda está construindo, deixe os dutos instalados para não precisar quebrar a chaminé. Ou deixe a sua chaminé com um duto pequeno de no máximo 20x20cm. Segundo o pessoal que instalou na minha casa, é necessário pelo menos de 5 a 6 metros de duto para que o produto funcione bem. Um duto muito grande concentra muito ar frio e isso pode prejudicar a saída da fumaça.

Agora é só esperar o frio Curitibano aparecer…

Construindo uma Casa (3)

CURITIBA (cinza) Se eu tivesse escrito esse post alguns dias atrás certamente ele seria muito mais ácido e com muito mais palavrões. Mas o simples fato de estar curtindo a casa me fez ver as coisas por um outro ângulo. Mas vamos ao fim da saga.

Depois de ter escolhido a construtora, fizemos uma primeira reunião na qual eu deixei bem claro quanto eu pretendia gastar. Vamos fazer o possível para ficar dentro desse valor, foi o que eu escutei. Assinei um contrato de 12 meses. A construtora disse que fazia em 10 mas colocou 12 para cobrir atrasos com chuva, etc. Fiz questão de incluir uma multa por atraso, porém. Saí de lá tranquilo e certo que tudo sairia dentro do planejado. Ledo engano.

O início da obra é uma maravilha. A casa sobe rápido e você tem a impressão que os caras vão realmente conseguir fazer a casa em 10 meses. Além disso você acha que vai sobrar dinheiro, pois erguer a casa não custa tão caro.

O contrato fechado com a construtora era por administração, ou seja, eu pagava um percentual de tudo que eu gastava na casa. Por isso eu verificava os preços praticados pelos fornecedores. Em um determinado momento encontrei um preço bem melhor para um determinado item. Consegui que o fornecedor da construtora baixasse o preço. A desculpa era que eles tinham os fornecedores de confiança, bla, bla, bla. Se você não ficar de olho, vai pagar mais.

E assim a coisa foi indo. Eu passava toda semana na obra pra ver como a coisa estava caminhando, conversava com o engenheiro, trocava algumas ideias com a arquiteta, pentelhava o mestre de obras, etc..

No final de março, quando faltavam dois meses para acabar o contrato pedi para a construtora um planejamento financeiro até o fim da obra, afinal de contas faltavam apenas dois meses para o fim. Aí me disseram que nosso planejamento inicial tinha ido para o buraco. Como assim, eu não mudei nada no projeto! Pois é, veja bem, o custo do CUB, a crise mundial, a seca no sul, os índios da Amazonia, e por aí vai. E não é que estourou pouco, estourou em cerca de 20%.

tá bom….

Saí de lá puto da vida mas disse que ia dar um jeito de arrumar o dinheiro para não atrasar a obra. Pra fechar o dia, um senhora discussão acalorada com a patroa. Ouvi dizer que construção é um motivo de divórcio. Não duvido.

Dois meses se passaram, o contrato com a construtora tinha acabado, mas não a obra. Voltei na construtora e tive que ouvir mais uma vez que eles tinham errado no planejamento. Porra, não conseguiram fazer um planejamento de DOIS meses. Isso me deixou extremamente frustrado. Ainda faltava dinheiro.

Além da ineficiência no planejamento, o acompanhamento da obra na parte do acabamento deixou muito a desejar. Um certo dia, antes de ir para o aeroporto para uma viagem, resolvemos passar na casa para dar uma olhada nos revestimentos. Para se ter ideia da qualidade do acompanhamento da obra, o revestimento da cozinha estava no banheiro do casal. E eu ia ficar duas semanas fora. Imagina como é que eu viajei.

Nesse ponto eu estava indo na obra duas vezes por dia para me certificar de que não estavam fazendo merda. Ou seja, eu estava fazendo o trabalho que era da construtora. Por esse motivo, quando o contrato acabou comecei a negociar diretamente com o empreiteiro algumas tarefas. O pessoal da construtora não ficou muito feliz, mas não podiam falar muita coisa em face das diversas cagadas.

No fim fiz vista grossa para um monte de coisas, pois senão acho que ainda não tinha me mudado. Acabei recebendo aquela multa por atraso, pois os 12 meses que eram factíveis em 10 acabaram virando 16. Ainda tive que escutar que eu era muito detalhista. Mas como eu disse no início, no fim das contas valeu a pena, mas eu não sei se eu faria tudo novamente.

Algumas coisas que eu aprendi.

  • Esse povo de construção civil tem outra noção de tempo. Uma semana contém de 7 a 30 dias. Depende das condições climáticas.
  • Se a construtora disser que você não precisa se preocupar com nada, é mentira. Você vai esquentar a cabeça.
  • Nunca pague um peão entre segunda e quinta. Ele nunca vem trabalhar no dia seguinte. Por isso faça o pagamento sempre na sexta-feira.
  • Pintor caprichoso é coisa rara. Talvez só o meu pai.
  • Você tem que pensar em tudo. Eles não vão fazer isso por você.
  • Você sempre vai gastar mais do que imagina.
  • Finalmente, não leve a sua mulher na PortoBello. Depois que ela for lá todo o resto vai ser feio. O problema é que lá é tudo mais caro.

 

 

 

 

 

Construindo uma Casa (2)

CURITIBA (pick one) Com projeto pronto, iniciei uma pesquisa para encontrar alguém que construísse nossa casa. Aí surgem algumas opções, cada qual com suas vantagens e desvantagens.

A primeira opção é contratar um pedreiro/mestre de obras pra tocar a obra e você se encarrega da administração da obra, ou seja, compras, pagamentos, etc. É a opção mais em conta, mas você tem que ter tempo. Conversando com várias pessoas que construíram dessa maneira, várias delas me relataram que perto do fim da obra os pedreiros abandonam a obra pois não é mais rentável para eles, principalmente num mercado aquecido, como o nosso. Outra coisa, se você escolher essa opção de construção é bom contratar um engenheiro para acompanhar a sua obra semanalmente, principalmente na fase de fundação e concretagem. Ouvi relatos de pedreiro que fez do jeito que ele achava que estava certo e “cagou” para o projeto estrutural.

A segunda opção é contratar um empreiteiro que se ocupa parcialmente da administração da obra. Em geral eles cobram um determinado preço por metro quadrado pra te entregar a casa coberta com infra hidráulica e elétrica. Depois o acabamento você negocia a parte. Se você não comprar o acabamento na hora certa, a sua obra atrasa. Um bom empreiteiro em geral tem a sua equipe de pedreiros e serventes para levantar a casa e sub-contrata encanador, eletricista, azulejista, e o que mais for necessário para finalizar a casa. O acompanhamento de um engenheiro também é recomendável. Sinceramente não sei como funciona o esquema de garantia nesse caso.

E finalmente a última opção é contratar uma construtora. Existem a grandes construtoras especializadas em construir casas, como a Baggio, e diversas outras menores. Também existe dois tipos de construção: preço fechado e por administração. Na primeira a construtora oferece alguns padrões de acabamento e preço e você escolhe aquele que melhor cabe no seu bolso. Na segunda, você paga uma taxa de administração para a construtora sobre tudo que você gasta durante a obra. Se escolher um acabamento mais refinado a construtora fatura mais. As pequenas construtoras geralmente operam no esquema de administração. Toda construtora é obrigada a oferecer uma garantia de 5 anos. Esse é um ponto que deve ser levado em consideração, penso eu.

TEORICAMENTE, a terceira opção é a mais tranquila para quem contrata. Certamente é a mais cara. Entretanto, a construtora se encarrega da mão-de-obra, compras, pagamentos, acompanhamento da obra, etc… e você paga a conta no fim do mês.  Em função das minhas viagens e do trabalho da Marisa, achamos que contratar uma construtora era a opção mais segura. Afinal de contas nenhum de nós teria tempo para acompanhar o dia-a-dia da obra.

Comecei então a visitar algumas construturas grandes e pequenas. Ouvi falar muito mal da Baggio. Meu antigo vizinho disse que não indicava nem para o pior inimigo dele. Então não fui nem ver. Depois acabei encontrando a Skora Construtora por indicação da nossa arquiteta.

Fomos visitar a casa de uma amiga, que por coincidência eles tinham construído, para ouvir a experiência que eles tinham tido com a construtora. Nos disseram que tiveram alguns problemas mas nada muito grave que desabonasse a empresa. Diferentemente da canção dos Rolling Stones, o tempo não estava ao nosso lado. Precisávamos começar a construir ASAP. Escolhemos então a Skora Construtora para fazer a nossa casa.

… to be continued….

Construindo uma Casa (1)

CURITIBA (hey ho, let’s go) Nasci e fui criado em uma casa. Depois de casar fui morar em apartamento mas volta e meia me pegava olhando casas e terrenos. Um certo dia em 2010, quando fazia um dos meus longões preparatórios para a maratona, passei por acaso pela rua Theodoro Makiolka no bairro Santa Cândida. Pra quem não conhece, é uma rua bastante arborizada que liga os bairros Santa Cândida e Barreirinha, na região norte de Curitiba. Gostei da rua.

Um certo dia, fuçando num site de uma imobiliária encontrei um condomínio na rua Theodoro Makiolka. Não custa ir lá ver, pensei. Num domingo a tarde em Setembro/2010 fomos conhecer o terreno e na mesma hora deixamos um sinal com o corretor. Se o proprietário aceitar nossa proposta, legal.

Na segunda a imobiliária me liga e disse que minha proposta foi aceita. Imposto daqui, taxas de cartório dali e éramos proprietários de um terreno de 504m2. Nesse momento tinha uma única casa sendo construída no condomínio. Como dá pra notar, mato é o que não falta. Temos dois bosques (um na frente e outro atras e também uma área de preservação permanente, por causa de uma nascente).

E agora, fazemos o que com esse terreno? Tínhamos duas opções. Financiar para construir a casa ou vender o apartamento e construir a casa.  Essa decisão não tinha muita pressa, afinal de contas estávamos bem instalados no nosso apartamento. Tá certo, não tinha lugar para lavar minha bicicleta, mas estávamos bem instalados.

Em novembro de 2010 resolvemos avaliar o nosso apartamento. Chamei alguns corretores  e fixamos o preço 25% acima da avaliação média. Não tínhamos muita pressa em vender e pra falar a verdade, nem sabia se queríamos vender. Se vender que seja por um bom preço, pensamos.

Em meados de dezembro fui de carro para Floripa para participar de uma banca de mestrado. Quando eu voltava, Marisa me liga e me disse que tínhamos uma proposta. Estavam oferecendo quase o que pedimos e poderíamos ficar 1 ano no apartamento, ou seja, até o fim de 2011. Too good to be true! E agora mulher, fazemos o que? Perguntei para a digníssima. Vendemos, ora bolas.

Legal, vendemos por um bom preço, mas não tínhamos nem projeto da casa. Aí começou aquela correria. Arruma um arquiteto, construtor, papelada, prefeitura, etc.. Depois de cinco meses começamos a construção, em junho de 2011. E tudo que não choveu no ano de 2012, choveu em 2011.

Só tínhamos mais 7 meses de apartamento. Precisamos de um plano B. Casa da sogra, alugar um apartamento, uma ponte… A primeira opção foi a escolhida.

… to be continued…

Dexter’s Wall

SÃO PAULO (chocolates a vista) Finalmente a casa está ficando com cara de casa. Eu gostei do mosaico que a Marisa escolhei pro lavabo. Ficou parecido com a parede da cozinha do Dexter Morgan, o simpático serial killer do seriado americano Dexter. E não foi pura coincidência.

 

Maquete

CURITIBA (levinho) Depois da cola nos tijolos, agora é o isopor na laje. Ao invés de tijolos entre as vigas de concreto, agora eles colocam isopor. Segundo o engenheiro, é a nova tendência. Diz ele que isola melhor (térmica e acústica) além de ser bem mais leve exigindo menos da fundação. Antes com cola e isopor a gente fazia maquete, hoje os caras fazem a casas..

20110821-123106.jpg

Colando Tijolos

CURITIBA (saindo do chão) Finalmente a minha casa começou a sair do chão. No começo você fica naquela expectativa de ver algo acontecer, mas tudo vai pra baixo da terra. Um monte de concreto e ferro enterrado no chão. Semana passada a coisa começou a aparecer, finalmente!!

O que me deixou intrigado é que os caras não estão usando mais massa pra assentar os tijolos. Os caras usam agora um tipo de uma cola, que segundo o engenheiro deixa o processo da construção mais eficiente. Parece mais uma pilha de tijolos do que uma parede. O cara me garantiu que não cai!