Surfers Paradise & Byron Bay

BRISBANE (wet) Como chove por aqui. Tínhamos planejado conhecer a famosa barreira de corais que fica um pouco ao norte de Brisbane, mas choveu o fim de semana inteiro. Então resolvemos ficar por perto. Passamos na famosa praia de Surfers Paradise. Como o tempo estava meio feio a praia estava bem tranquila. Tudo muito bem cuidado, limpo, mas nada demais, apenas uma bonita praia. Alias, uma coisa que eu notei até o momento, é que tudo é muito bem cuidado, limpo e organizado.

Encontramos uma restaurante pra almoçar que vendia cerveja. Aqui vale uma nota. A grande maioria dos restaurantes aqui não vende bebida alcoólica. Supermercados não vendem cerveja (pelo menos nos que nós fomos). Se você quiser comprar qualquer bebida alcoólica você tem que ir em uma “liquor store”. Para nossa sorte, a variedade de cervejas nesse bar/restaurante era boa.

Um outro dia chegou e a chuva não foi embora. Resolvemos conhecer uma praia chamada Byron Bay. Local bastante frequentado pelos surfistas locais. Pegamos então a estrada com nosso Lancer com a direção do lado direito. Chuva forte no caminho inteiro.

Queríamos visitar o farol no alto do morro, mas chovia demais. Não nos restou outra alternativa a não ser achar um restaurante pra almoçar. Pra variar, nem cerveja nem vinho. Felizmente a moça nos disse que poderíamos comprar um vinho e levar para o restaurante. Comprarmos dois Shiraz Australianos e fomos comer um peixinho.

Projeto de Vida

CURITIBA (chuva e frio) Aproveitando o clima, vou começar pelas Ales. Algumas delas eu já experimentei, outras eu nunca ouvi falar. Será que consigo encontrar todas por aqui?

Clique na figura para aumentar o tamanho.

Circuito da Sexta

CURITIBA (vento frio) Algumas sextas-feiras, quando tudo conspira a favor, dá certo de dar uma pedalada na parte da tarde. Hoje foi uma dessas. Consegui sair de uma reunião chata pacas com um monte de gente maluca na reitoria da universidade e sobrou um tempo pra um pedal a tarde. Nesses casos, o parceiro de sempre é o Renatão. Temos um circuito de uns 40km que passa pela Lamenha Pequena, Almirante Tamandaré, Parque Tingui e Barigui. Com direito a uma parada na cantina do Tingui pra repor os carboidratos e comer um pastelzinho de palmito.

Agora com o horário de verão devemos fazer isso com mais frequência.

Way Beer

CURITIBA (aqui do lado) Esse sabadão de sol fomos conhecer a Way Beer, uma micro-cervejaria que fica em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Pedro organizou  a visita e convidou os vários pedalantes para o pedal etílico. Fomos eu, Pedro, Gassner, Zé e Bruno, que também é metido a fazer cerveja em casa. Falando nisso, a próxima visita é na casa dele.

Chegando lá fomos recebido por um dos sócios da cervejaria, Alejandro. Muito bem recepcionados, diga-se de passagem. Eu já visitei diversas cervejarias nesse mundo afora, mas essa foi a melhor visita que eu fiz. Tivemos a oportunidade de provar não só a cerveja, mas todos os seus componentes. A visita começou com a prova dos maltes.

Provamos diversos tipos de maltes. O que eu mais gostei foi a Guinness em grãos. O sabor dos grãos torrados lembram muito a famosa cerveja. Muito bom!

Depois Alejandro nos mostrou o lúpulo e a levedura utilizados no processo de produção. O camarada Zé provou o lúpulo com vontade e depois teve que tomar muita água pra tirar o gosto amargo da boca. Logo depois fomos ver ao vivo o processo de fermentação nos barris de alumínio.

E finalmente fomos ao que interessa, a degustação. Provamos duas cervejas a Premium Larger e a Cream Porter. A Larger tirada da chopeira e a Porter das primeiras garrafas que eles estão fabricando. Como amante de cervejas encorpadas, eu preferi a Porter.

Como eu disse anteriormente, foi a melhor aula de cerveja que eu tive. Mas o mais bacana é ver a paixão de Alejandro pelo seu trabalho e por sua cervejaria. O pessoal da Way Beer gosta de cerveja e gosta do que faz. Vida longa a Way Beer !!

Praga

PRAGA (in between) De acordo com meu guia a cidade de Praga é dividida em três áreas, Little Quarter, Old Town e New Town. Hoje conseguimos dar um pulo no Little Quarter, que fica no alto de um morro e tem a paisagem dominada pelo imponente castelo de Praga.

O castelo foi construído entre os anos de 1753 e 1755 e atualmente é a residência do presidente da Rep. Tcheca.  Dentro dos domínios do castelo está a Catedral St. Vitus, que teve sua construção iniciada em 1344 e demorou algo em torno de 600 anos para ser concluída. Ou seja, o tempo de construção da igrejinha é mais velho que o Brasil.

Das escadas que descem o morro tem-se um bela vista da cidade. Devo dizer que o tempo tem colaborado com a gente. Céu azul quase todos os dias.

Do fim das escadas é possível avistar outro cartão postal da cidade, a Ponte Charles.

A famosa ponte foi construída em 1357 por Charles IV e até 1741 era a única ponte a cruzar o rio Vltava. Ao longo da história ela foi decorada com várias estátuas (eu contei quase 30) e atualmente é tomada por artista locais vendendo quadros, semi-jóias e outra bugigangas.

Na pausa pro almoço uma coisa me chamou atenção. Nos restaurantes os garçons e garçonetes sempre estão tomando cerveja. Eu tinha reparado isso outro dia, mas não dei muita bola. Mas hoje todos os garçons do restaurantes bebiam suas cervejas entre uma mesa e outra. Na foto abaixo a garçonete que nos atendeu matando a sede.

Também pudera, a cerveja aqui é excelente e mais barata que água!

 

Pilsen

PRAGA (na fonte) Um passeio obrigatório pra quem visita a República Tcheca é conhecer a simpática cidade de Pilsen.  Um lugarejo muito agradável que tem a igreja de São Bartolomeu como segundo principal ponto turístico da cidade.

A principal atração é a cervejaria Prazdroj que fabrica a original cerveja Pilsen, a Pilsner Urquell, desde 1842. Desde então o nome Pilsen tem sido usado para designar as demais cervejas que utilizam o mesmo processo de fabricação.

O tour guiado começa com algumas explicações sobre o processo de fabricação e também com um pouco de história da cervejaria. Não pude deixar de observar um Japonês fazendo anotações durante a explicação do guia. Acho que alguém disse pra ele que ia ter prova no fim do tour.

O tour segue com uma visita rápida na fábrica nova para então mergulharmos na fábrica antiga, muito mais simpática. Hoje é simplesmente impossível fazer cerveja em larga escala nos moldes que eram empregados antigamente, mas na Prazdroj é possível reviver um pouco daquela época. O mergulho no tempo começa quando entramos nos porões onde a cerveja era armazenada para maturação em barris de carvalho. Pra se ter uma idéia do tamanho dos porões, eles levaram 70 anos para serem construídos. A temperatura fica na casa dos 8C.

Para baixar a temperatura, ele construíram um freezer gigante (foto abaixo). Pelo pequeno buraco na superfície, eles jogavam a neve do inverno a qual ia derretendo durante todo o ano e fazendo a temperatura baixar em cerca de dois graus dentro dos porões. Uma obra de engenharia fantástica.  Hoje a coisa é feita em enormes tonéis de aço em que a temperatura é controlada por computadores. Tudo muito preciso e chato!

Nosso mergulho no passado continua e acaba com uma degustação de uma cerveja maturada em barris de carvalho a qual é servida na hora por um dos funcionários da cervejaria. Por não ser filtrada ela é mais escura e me pareceu um pouco mais forte do que a cerveja que compramos no bar.

Em resumo, pra que gosta de cerveja, uma experiência enriquecedora! Na zdraví!

Berlin de Bicicleta

BERLIN (on the road) Eu diria que Berlin é um lugar perfeito pra utilizar a bicicleta como meio de transporte. A cidade é tão plana que chega a ser chata. Ciclovias cortam a cidade de norte a sul, leste a oeste. Quando não existem ciclovias, os motoristas respeitam os ciclistas.

Então hoje resolvemos pedalar. Você pode alugar uma bike em qualquer lugar da cidade. Pegamos as nossas no hotel por EUR 10 (24h).  Os modelos disponíveis são todos muito parecidos. Citybike com câmbio de 7 ou 8 velocidades. As nossas tinham um SRAM de 7 velocidades. O GPS eu tive que improvisar.

Aproveitamos para fazer alguns pontos mais distantes que não tínhamos visitado ontem. Primeiro fomos visitar um museu do muro (ele de novo). Depois fomos para uma região bem simpática cheia de pequenos restaurantes e ruas muito arborizadas.

Pausa pra hidratar pois na bike não tinha caramanhola!

Indo para o parque Tiergarten, aquele que dava pra ver da torre, paramos um pouco pra assistir uma prova de ciclismo que estava acontecendo na cidade. E pelo naipe dos carros de apoio das equipes dava pra ver que a prova não tinha só pançudos.

Entrando no parque levamos um susto. Um amigo do Mildo (entenda um pouco mais) pelado de bike. Depois vimos que tem uma área de nudismo no meio do parque. O Mildo alemão estava saindo do parque peladão pra pegar sua bike.

Pedalamos mais um tanto para o lado oeste da cidade. Esse lado é mais chique e tem todas as lojas famosas que não existem no lado leste. Mas o lado leste tem um charme  maior. Tem mais história. Se tiver que escolher, fique com o lado leste. Voltamos por um caminho que beira o rio quase o tempo todo. Uma maneira muito agradável de finalizar nosso pedalzinho.

Números do pedal: 30km com altimetria de meio-metro e 6 cervejas (das boas)

Fim de Semana em Berlin

 

BERLIN (andamos  um monte) Chegamos em Berlin ontem a noite depois de uma viagem, digamos rapidinha, pelas estradas Alemãs. O clima agradável dessa época do ano nos convidou a uma passeio noturno. Passamos pelo portal da cidade o Brandenburg Gate. Logo encontramos um excelente restaurante Indiano. Foi sorte, pois já estava quase tudo fechado, por volta as 22h

Hoje acordamos cedo e fomos conhecer a cidade. Largamos o carro no hotel e fomos de metro pro centro da cidade. Começamos o tour pelo cartão postal da cidade a Torre Fernsehturm com 365m de altura. Como o tempo estava bom, a vista lá de cima estava bem razoável.

Na foto abaixo é possível ver o grande parque no meio da cidade. Amanhã devemos dar uma passada por lá.

Depois fomos dar uma passeada pelo lado leste da cidade, o antigo “outro lado do muro”.  Em alguns cantos da cidade ainda restam uns pedaços do famoso muro de Berlin. Andamos um bom trecho pra visitar um desses pedaços.  Apenas um muro, mas cheio de história pra contar. BTW, se você quiser, todas as lojinhas de souvernir da cidade vendem pedaços do muro.

Saindo de lá ainda passamos nos Charlie’s Checkpoint, o ponto de entrada dos aliados para o lado russo. A rua do chechpoint é bem movimentada e cheia de lojas famosas.

A foto abaixo eu tirei de um painel exposto na rua. É o mesmo checkpoint. Está ali só pra lembrar que o ambiente por aqui já foi bem diferente um dia.

Outra que remete a um futuro não muito distante é o Memorial do Holocausto. A obra fica bem no centro da cidade, ao lado do portal, e tem 2711 blocos de concreto pra lembrar as vitimas do holocausto. Difícil de esquecer.

E como ninguém é de ferro, um prato alemão típico pra repor as energias. Salsichas, bisteca, almôndega de porco, chucrute e cerveja, é claro!