Garmin LiveTrack

CURITIBA (on the radar) Um funcionalidade bem interessante do Garmin Connect é o LiveTrack. Esse serviço pode ser usado com os dispositivos da Garmin que possuem conexão bluetooth, como por exemplo os Edges 510, 810, 820 e 1000. Basicamente, o LiveTrack conecta seu Edge ao seu smartphone via Bluetooth e envia suas informações de localização para um website, onde seus amigos e familia podem ver onde você está.

Para usar o LiveTrack, certifique-se que o bluetooth está ligado. No app da Garmin instalado no seu telefone, selecione a opção LiveTrack e ative o serviço clicando em StartLiveTrack. Isso feito, você pode escolher como e com quem compartilhar suas informações de localização. A mais interessante, entretanto, é a opção GroupTrack.

app garmin

Com o GroupTrack habilitado, seus companheiros de pedal podem visualizar na tela do GPS onde você está. Para isso, selecione a opção Setup no GPS, GroupTrack e habilite a opção “See Connections on Map”

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Voilà, suas conexões ativas vão aparecer na tela do seu GPS informando a velocidade e a distância.

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Clicando no nome da pessoa, ele aparece no mapa. Assim dá pra monitorar os atrasadinhos e decidir se espero além da tradicional tolerância de cinco minutos :).

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Garmin Vivoactive HR

CURITIBA (time is on my side) Quando comprei o Vivosmart da Garmin, na realidade eu estava procurando um smartwatch. Entretanto, na época não encontrei nenhum que me agradasse. Tinha o Apple Watch, que é muito legal mas se torna um peso de papel quando está longe do iPhone. Meu Vivosmart cumpriu o que prometida durante quase um ano quando os pixels do display OLED começaram a morrer. Aí resolvi ir atras de um smartwatch novamente.

Flertei de volta com o Apple Watch, mas ele continua sem GPS e com uma bateria que dura 1 dia. Na realidade, é o mesmo relógio do ano passado pois a Apple não lançou nenhuma atualização de hardware ainda. Depois de procurar bastante acabei escolhendo o Garmin Vivoactive HR. Ele faz tudo que o Vivosmart faz mas conta com GPS (GLONASS), sensor de altitude barométrico, e sensor cardíaco no pulso.

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Segundo a Garmin, a bateria dura cerca de 13h com o GPS ligado e oito dias de uso contínuo. Tenho usado o relógio com tudo ligado (notificações do celular, sensor cardíaco, GPS para correr de uma a duas vezes por semana, etc) e a bateria tem durado cerca de uma semana. Ou seja, cumpre o que promete. Se você está procurando um bom review sobre o Vivoactive, como sempre sugiro o DCRainmaker.

De todas as funcionalidade do relógio, eu estava ansioso pra testar o sensor cardíaco. Você tem no visor do relógio um histograma com as 4 últimas horas de medição e todo seu histórico no Garmin Connect.

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Legal, mas como esse sensor se compara a tradicional cinta de batimento cardíaco? As informações que eu encontrei divergem um pouco. Alguns dizem que o sensor é bastante preciso, já outros dizem que depende do usuário. Para tirar minhas próprias conclusões fiz diversos testes usando como comparação o XT310 na corrida e o Edge 1000 na bike. O batimento cardíaco médio no fim da atividade é bastante próximo, mas analisando o gráfico dá pra ver que o Vivoactive apresenta alguns picos durante a medição e logo depois volta a “normalidade”. Como eu disse, na média os valores são parecidos.

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Uma funcionalidade que veio de brinde (eu não sabia que tinha) é o sensor de cadência, o qual mede o número de passos por minuto (SPM – steps per minute) na corrida. Segundo os experts, o ideal é ter uma cadência de 180 SPM. Pelo que andei lendo, corredores mais altos tendem a ter uma cadência um pouco mais baixa. Abaixo o gráfico de uma corridinha de 1h que eu fiz esses dias num ritmo de 5’/km. A cadência média ficou em 165 SPM. Vai ser foda chegar nos 180!

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A Garmin aproveitou os diversos sensores presentes no relógio para identificar de forma automática as atividade físicas. Elas aparecem em cinza no Garmin Connect. Se você não quer seu “feed” poluído, essa funcionalidade pode ser desligada.

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E finalmente, o brinquedinho consegue monitorar um montão de atividades, como por exemplo:

  • Corrida (indoor e outdoor)
  • Bike (usa ANT+ pra falar com os sensores da bike)
  • Trekking
  • Natação
  • Golf
  • Stand-up paddle
  • Ski  (downhill e XC)
  • Remo

Por enquanto a avaliação do Vivoactive é bastante positiva. Dessa vez eu guardei a nota fiscal caso os pixels do relógio resolvam “morrer” antes do tempo.

Fitness Trackers

CURITIBA (Olympics Mode=ON) Essa semana recebi um email do pessoal do site MobileSiri me pedindo para divulgar o guia que eles fizeram para quem está interessado em adquirir um fitness tracker. Chegaram aqui por conta do post que eu fiz sobre o Garmin Vivosmart no ano passado. O guia está disponível aqui e se você está pensando em comprar um, vale a pena dar uma olhada. O info-gráfico é bem interessante. A versão completa está disponível aqui.

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Eu estava usando o meu Vivosmart até esses dias até que o display OLED dele começou a ir pro pau. Os pixels começaram a morrer e começou a ficar difícil de ver qualquer coisa.  E pra piorar, eu perdi o recibo de compra. Logo não pude usar a garantia 🙁

Agora estou usando um dispositivo um pouco mais interessante, o VivoActive HR da Garmin. Na próxima semana escrevo sobre ele.

Suffer Score no Edge 1000

CURITIBA (100mm de chuva) De vez em quando dou uma olhada na “lojinha” de aplicativos da Garmin pra ver se tem alguma coisa nova. É bom deixar claro que a loja da Garmin está longe de ser a loja da Apple, tanto em termos de quantidade como qualidade. Mas na semana passada apareceu um aplicativo interessante, o Strava Live Suffer Score. O Suffer Score (SS) é a maneira que o Strava encontrou para classificar a intensidade da atividade física e até agora só estava disponível para os assinantes da versão paga do Strava. Eu implementei uma versão open-source, colhendo informações de diversas fontes, que produz resultados similares ao do Strava. Apesar de funcionar, tem o inconveniente de ter que baixar a atividade do Strava e rodar o script.

Esse aplicativo mostra em tempo real o SS junto com um histograma da sua freqüência cardíaca. Apenas isso. Não tem integração alguma com o Strava ou Garmin Connect. Assim que você finaliza a atividade ele desaparece. Então se você quiser ter um histórico do seus SS, é bom anotar o número antes de finalizar a atividade. Convenhamos que uma integração com o Garmin Connect seria interessante. Mas não acho que isso não seja de interesse do Strava. De qualquer forma, a informação está aí.

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Antes de sair usando, não esqueça de configurar as zonas de freqüência cardíaca do aplicativo no Garmin Express (figura abaixo). Na página de suporte do Strava diz que a configuração do Garmin Connect deve ser igual a configuração do Strava. Pelo que eu percebi, entretanto, o aplicativo não reconhece a configuração do Garmin Connect e sim aquela que você coloca no Garmin Express.

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Connect IQ no Edge 1000

CURITIBA (void) Depois de uma longa espera, a Garmin finalmente disponibilizou a plataforma Connect IQ para os GPSs de bike, mais especificamente para os modelos Edge 520 e 1000. Para que a coisa funcione é necessário atualizar o firmware do GPS para a versão 7.0.

Depois de atualizar seu dispositivo, basta acessar a app store da Garmin e escolher os aplicativos. Infelizmente, a oferta de aplicativos para o 520 e 1000 ainda é pequena se comparada com a oferta para os relógios de pulso.

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Alguns aplicativos têm parâmetros que precisam ser configurados e isso você faz através do Garmin Express. Estou com a versão 4.1.17 do Express e nela agora aparece um botão para configurar os aplicativos.

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Depois de instalados e configurados, os aplicativos do Connect IQ aparecem no GPS com o uma nova categoria que pode ser incluída nas telas de dados (Data Screens). Selecione a tela que você quer adicionar o aplicativo e depois selecione a opção Connect IQ que deve aparecer nas categorias.

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Eu criei uma terceira tela com os dois aplicativos. O primeiro, além de mostrar o BPM mostra a distribuição das suas zonas de freqüência em tempo real. O segundo é um velocímetro/alarme que você pode configurar diferentes zonas de velocidade e usar para tentar manter o ritmo durante o treino.

 

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O potencial do Edge 1000 é enorme. Agora é esperar que novos aplicativos sejam disponibilizados na loja da Garmin. Pelo que andei pesquisando, vai ter bastante coisa pra quem tem câmbio eletrônico 🙂

 

Garmin VivoSmart

SANTIAGO (lot of steps) Estava procurando um dispositivo para monitorar algumas atividades nas quais eu não uso o GPS. Dei uma pesquisada nos smartwatches mas nenhum me convenceu, principalmente pelo pouca autonomia da bateria (e também pelo preço). Então encontrei os fitness trackers, dispositivos que estão ficando cada vez mais smarts principalmente em função da concorrência dos smartwatches. O mercado está cheio de opções pra quem procura um fitness tracker. Jawbone, Misfit, Fitbit, Garmin,etc.. Tem para todos os gostos e necessidades. Um bom review pode ser encontrado aqui

Depois de alguma pesquisa resolvi pelo Garmin Vivosmart. A escolha se deu principalmente pelo fato da Garmin fazer um hardware confiável e também pela integração que ele proporciona com os sensores ANT+ que eu já tenho. Ele também funciona para controlar as músicas no celular e como controle remoto para a câmera da Garmin, a VIRB.

A garmin tem dois modelos de trackers, o vivofit2 e o vivosmart. O vivofit é mais barato e tem uma bateria que em teoria deve durar um ano. Já o vivosmart tem algumas funcionalidade a mais, ou melhor, é uma aspirante a smartwatch, e por isso paga um preço. A bateria deve ser recarregada a cada sete dias. A principais diferenças entre os dois você encontra aqui.

Os sensores do vivosmart conseguem medir o número de passos, distância, calorias queimadas também monitorar a qualidade do sono usando os sensores de movimento.

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Qualidade do sono segundo o Vivosmart

Ele também te avisa depois de um certo período de inatividade para que você levante a bunda da cadeira e dê uma caminhada.

Move! Depois de 1h sentado.

Uma funcionalidade, a qual eu desprezei no início, mas que agora acho bastante útil, é a notificação do celular. Toda vez que o celular recebe uma notificação (chamada, whatsapp, calendário, lembretes, etc…), o vivosmart vibra e mostra a mensagem num visor OLED de 128 X 16 pixels. É pequeno, mas suficiente para ver de quem é a mensagem e se vale a pena tirar o telefone do bolso ou da gaveta.

Outra coisa que eu achei útil, é a notificação de quando o dispositivo perde a conexão bluetooth. Isso quer dizer que você deixou seu celular em algum lugar. Você pode deixar seu celular em algum canto de propósito ou você pode esquece-lo. No segundo caso, essa funcionalidade é bem interessante. Como eu vivo esquecendo as coisas, gostei disso. O que eu preciso fazer agora é amarrar meu celular com a minha carteira. Aí meus problemas estarão resolvidos!

Finalmente, você pode configurar um alarme que vibra no seu pulso e acorda somente você e não a sua mulher. Especialmente útil naqueles dias que você acorda cedo pra pedalar.

Todos os dados coletados pelo vivosmart são enviados para Garmin Connect. O problema é que eles são péssimos desenvolvedores de software. Por exemplo, nessa versão atual do firmware, 3.5, tem um bug relacionado com o sensor de velocidade da bike. Se você pedalar com o sensor de velocidade pareado, o Garmin connect acha que você caminhou toda a distância pedalada. Fiz um pedal de 50km e o Garmin connect acha que eu caminhei 4 milhões de passos.

Ok, um bug. Mas como o Garmin connect é uma bosta, você não consegue apagar essa informação do seu perfil. Consequentemente, as estatísticas que aparecem no site não servem pra nada. Minha média de passos no mês é de 500 mil passos!

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Escrevi para o suporte da Garmin e a resposta foi a seguinte: “No momento não tem jeito de editar os dados e não sabemos se vai ter jeito no futuro”. Porra, eu não quero editar, eu quero apagar!!

Ok, tem alguns aspectos do software que se salvam. Não é tudo um bosta. Uma coisa bacana é o que eles chamam de breakdown, que cobre tudo o que o dispositivo monitora em 24 horas (meia-noite a meia-noite). Abaixo apresento dois exemplos. O primeiro de um dia normal de trabalho no qual eu fiz 1h de Yoga e depois fiquei a maior parte do tempo sentando na frente do computador escrevendo um maldito relatório.

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O segundo é um domingo de turista em Santiago no qual eu andei mais de 20km turistando por alguns cantos da cidade que eu ainda não conhecia. Mesmo caminhando mais de 20km, fui sedentário 43% do meu tempo. Parte desse tempo se deve as paradas para hidratação a base de Austral e Kunstmann. Porque nem só de caminhar vive o homem!

Suporte de Selim VIRB

CURITIBA (teste 1 2) Hoje fiz um pedal rápido para testar o suporte de selim da VIRB. Estou usando esse vendido pelo DX.com  A leve angulação na montagem permite ver a suspensão traseira da bike em ação.

Montagem selim VIRB

Gostei das imagens, mas basta passar num terreno um pouco mais molhado pra sujar a lente. Usei a configuração padrão da câmera, ou seja, sem estabilização de imagem e campo de visão “wide”.

A VIRB tem um botão bem grande ao lado da câmera para iniciar e pausar a gravação, o qual é fácil de acessar mesmo com ela montada no selim. Entretanto, o acesso mais fácil nesse caso se dá através do Edge 1000 montado no guidão. Basta tocar no GPS para começar e finalizar a gravação.

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Garmin Virb

CURITIBA (full HD) Em abril do ano passado eu tinha comprado uma Virb, a câmera da Garmin, mas ela foi levada pelos bandidos que assaltaram a minha casa mesmo antes de eu poder testa-la. De lá pra cá comecei a refazer as minhas pesquisas para comprar outra câmera e acabei ficando entre a Garmin e a Shimano Sport Camera. Isso se deve ao fato das duas conversarem com os sensores (cardíaco, cadência, potência) ANT+. Entretanto, a Shimano lançou a câmera no ano passado mas até agora não disponibilizou um software que junte as informações dos sensores nos vídeos. Nesse meio tempo a GoPro lançou uma câmera nova, mas por incrível que pareça não tem GPS, mesmo custando US$ 499. Um bom artigo sobre a Virb pode ser encontrado aqui. Acabei optando novamente pela Virb Elite que agora custa US$ 230, ao contrário dos US$ 299 que paguei em abril.

Uma coisa inteligente que a Garmin fez foi utilizar o mesmo padrão de montagem da GoPro. Aí fica fácil de encontrar opções de suportes para fixar a câmera onde quer que você queira. Seguindo a dica do Renato, comprei esse suporte no DealExtreme por cerca de US$ 7. O similar da K-Edge custa US$ 50 na Amazon.

Suporte TOZ Professional Aluminum Bicycle Mount Clip for Gopro

Suporte TOZ Professional Aluminum Bicycle Mount Clip for Gopro

E assim ficou a câmera montada na Speed. Montei invertida pois achei que ficou mais discreta. Na câmera tem uma opção para inverter a orientação da imagem na aquisição, evitando que você tenha que fazer a inversão no software.

montada

Outra coisa bacana é a integração da câmera com o GPS. No caso do Edge 1000, o GPS reconhece a câmera como um sensor. Basta então deslizar o dedo de cima para baixo para ter acesso a tela abaixo. Na seção “Sensors Connected” aparecem todos os sensores conectados (nesse caso, cardíaco, velocidade, cadência e mais a direita a câmera). Logo abaixo dois “botões” servem como controle remoto da câmera para iniciar a gravação de video e tirar fotos. As configurações armazenadas na câmera serão utilizadas para video e foto. Não tem como altera-las no GPS. Isso só pode ser feito na câmera ou no aplicativo do celular.

IMG_1979Falando em aplicativo, o app para iOS dá acesso a todas as configurações da câmera. A interface do app é bem mais amigável do que a da câmera, diga-se de passagem.

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Para conectar o app à câmera basta ativar o wifi e conectar o smartphone na rede indicada no display da câmera. O nome da rede e a senha podem ser alterados de acordo com o gosto do freguês.

Virb WIFI

Virb WIFI

E finalmente o software de edição. Certamente existem diversos programas de edição de video que oferecem muito mais recursos do que o Garmin Virb Edit.O programinha oferece as funções básicas de edição mas o diferencial é a seção de “overlays”.

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Interface Virb Edit

O overlays permite adicionar as informações coletadas pelos sensores durante a atividade no video final. Você pode usar os templates disponibilizados pela Garmin, escolher um entre os diversos mostradores, ou ainda baixar mostradores da web.

Templates de overlay do Garmin Edit

Templates de overlay do Garmin Edit

Dá pra perder um bom tempo brincando com a edição do video. Abaixo um exemplo de um video que fiz de speed hoje na opção time-lapse.

Ok, o dia e o percurso não são os melhores, mas era o que tinha pra hoje. Semana que vem quero fazer alguns de Mountain Bike com algumas paisagens mais interessantes.

Segmentos do Strava no Garmin Edge 1000

CURITIBA (open season) Encontrei uma maneira de utilizar os segmentos do Strava no Edge 1000. É um programa ainda Beta mas que funciona direitinho. Tem algumas limitações mas seu desenvolvedor tem uma “to do list” promissora. Para colocar seus segmentos prediletos no Edge 1000, basta seguir os seguintes passos:

1) Encontre o número do segmento do Strava que você quer ter no seu Edge 1000. Se você encontrar o segmento usando o “Segment Explore” o número do segmento é aquele que está na URL do seu browser, por exemplo http://www.strava.com/segments/5036565

2) Copie esse número ou o endereço completo e cole no campo de busca no Segment Builder. O resultado é a página abaixo.

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No lado direito você encontra uma seção chamada “Assigned Times”. Para cada segmento, você pode atribuir cinco tempos de referência que são representados pelos seguintes rótulos: Segment Leader, Personal Best, Group Leader, Connection e Challenger.  Mas pra que tanto tempo? Não basta o tempo do líder do segmento? Em teoria sim, mas tem tempos que nós ciclistas amadores nunca vamos conseguir bater. Então você pode usar outras referências, como o Top-10 da lista ou algum outro parceiro de pedal.

3) Depois basta exportar o segmento clicando no botão “Export as FIT-File” e copiar o arquivo exportado para o diretório “Garmin/NewFiles”. Pronto, o segmento está no seu GPS. Na opção “Segments” na tela inicial do GPS você pode consultar tudo que está armazenado no dispositivo.

Durante o pedal o que acontece é o seguinte: Assim que você se aproxima de um segmento cadastrado o GPS te avisa da proximidade do início do mesmo. Na hora em que você chega no ponto inicial, ele dispara um “Go” e aí é por sua conta.

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No alto da tela você tem o tempo do lider do segmento e ainda pode navegar vendo aqueles outros cinco tempos de referência. Na parte de baixo, você tem a distância que falta e o tempo acima ou abaixo ao tempo de referência.

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E assim que você acaba, já sabe se conseguiu atingir o seu objetivo ou não. A coisa é divertida mas definitivamente não dá pra sair tentando bater seu tempo em todos os segmentos cadastrados. Vai faltar perna pra volta…

988Dica: Quando você aperta o botão lap, automaticamente o Edge 1000 faz um “print screen” da sua tela e grava as imagens em formato bmp no diretório “Garmin/scrn”.

Voltando um pouco ao Segment Builder, ele armazena do lado direito da página todos os segmentos que você exportou. De tempos em tempos você precisa exporta-los novamente se quiser ter os tempos atualizados. Outra restrição por enquanto é que você deve exportar um de cada vez. Ainda não tem uma opção para exportar um lote de segmentos. Achou interessante? O desenvolvedor está aceitado doações.

Garmin Edge 1000

CURITIBA (never lost) Chegou o substituto do meu antigo Edge 705. Trata-se do mais recente modelo da linha Edge da Garmin, o Edge 1000. Comparado com o velho 705, o Edge 1000 tem muito mais tecnologia, como por exemplo, Bluetooth 4.0, WiFi, tela touchscreen de 3” com alta resolução e ajuste automático de brilho. O GPS ainda conversa com o câmbio eletrônico da Shimano (esse eu não tenho) e serve de controle remoto para a câmera da Garmin, a VIRB (essa eu já tive e pretendo ter novamente). Com tudo isso, esse é o maior Edge já lançado pela Garmin. Tem o tamanho de um iPhone antigo, mas é bastante leve e fino.

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Você pode adquirir o GPS sozinho ou o kit completo (bundle). No kit completo, você recebe além do GPS, um cabo micro-USB, um sensor cardíaco, um bar fly com adaptadores, dois adaptadores para montar a unidade na mesa do guidon, um sensor de cadência, um sensor de velocidade e manuais em diversas línguas.

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O antigo sensor de cadência e velocidade com imã (GSC-10) foi substituído por dois sensores independentes de cadência e velocidade que ao invés de imãs utilizam acelerometros para fazer as medições. A instalação de ambos é muito pratica e rápida. Funciona bem? Ainda não testei mas pelo que eu andei lendo parece que sim. No blog DCRainmaker você encontra uma boa comparação entre esses sensores e o velho GSC-10. De acordo com os testes reportados lá, o velho GSC-10 parece ser um pouco mais preciso. A velha história do inovar é preciso mesmo que não seja melhor…

sensores de cadência e velocidade garmin

Sensor de velocidade instalado no cubo dianteiro e de cadência instalado no pedivela

O fato de contar com Bluetooth possibilita que o dispositivo possa se comunicar com um smartphone. Desta forma, informações como previsão do tempo e  velocidade do vento podem ser enviadas ao GPS enquanto você pedala.  Ainda não sei o quão útil é isso, afinal de contas, velocidade do vento a gente sente nas pernas. Além do mais, com o Bluetooth ligado sua bateria deve ir pro espaço mais rápido.  No site da Garmin diz que a bateria do Edge 1000 dura cerca de 15 horas. Li diversos relatos de gente dizendo que não chega a isso. Depois que eu fizer alguns pedais mais longos escrevo sobre isso.

Suporte para a mesa do guidon se adapta certinho na mesa da Mountain Bike

Suporte para a mesa do guidon se adapta certinho na mesa da Mountain Bike

Outra coisa que parece ser interessante, mas que eu ainda não testei é o recebimento de notificações no GPS. Se o telefone estiver pareado com o GPS durante o pedal, em teoria você recebe notificações de mensagens e chamadas perdidas na tela do GPS.

E pra entrar de vez na briga com o Strava, a Garmin permite que você crie segmentos no Garmin Connect e exporte para o Edge 1000. Aí quando você estiver prestes a entrar no segmento o GPS te avisa (“taca lhe pau Marco veio”) e começa a mostrar como você está se saindo em relação ao recorde do segmento. Desta forma você conhece seu desempenho “on the fly”. Não precisa mais chegar em casa e correr para o computador pra ver se conseguiu roubar o KOM de alguém. Esse video mostra como a coisa funciona.

O problema é que ninguém usa o Garmin Connect pra comparar segmentos. Quem faz isso usa o Strava. Porque não conectar com o Strava? Por enquanto o jeito é criar no Connect aqueles segmentos do Strava que você tem interesse. Ontem eu encontrei um site que se propõe a exportar os segmentos do Strava para o Edge. Por enquanto não consegui fazer funcionar.

Finalmente os mapas. Instalei os mapas do Tracksource usando o MapInstall para MacOS sem nenhuma dificuldade. O algoritmo de roteamento tem funcionamento bastante similiar com o 705. Já a tela maior touchscreen é uma grande vantagem do Edge 1000, pois torna a digitação dos nomes de ruas muito mais ágil. Ok, ainda não é um iPhone, mas nem se compara com a bolinha do 705.

Ficou interessado? Aqui tem um post (em Inglês) bem detalhado sobre o Edge1000.