CURITIBA (never lost) Finalmente chegou meu novo brinquedinho, um Garmin Edge 705. Já fazia um tempinho que eu estava usando meu Forerunner 305 para armazenar os tracks dos meus pedais, mas sentia falta de visualizar os mapas, saber exatamente onde eu estava, etc.. Como escrevi anteriormente, o Forerunner é valente mas não foi feito pra pedalar e sim pra correr.
Vamos as primeiras impressões. A caixa vem com tudo que é necessário para “plugar” o GPS na bike. Instalação tranquila.
O modelo que eu comprei vem com sensores de batimentos cardíacos e de cadência. O sensor de cadência pode ser usado pra um monte de coisas, mas seu uso típico consiste em marcar o número de pedaladas por minuto. O sensor ainda marca a velocidade independentemente do GPS através de um sistema wireless. Se por algum acaso você ficar sem sinal de GPS, o aparelho continua mostrado a velocidade e o deslocamento.
Como eu nunca tinha usado um sensor de cadência, fui dar uma pesquisada sobre o mesmo. Aparentemente você deve pedalar com uma cadência média acima de 70 rpm para fazer seu sistema cardio-respiratório trabalhar e também para forçar menos suas articulações. Para fazer treinos também parece ser uma boa. Nas subidas quando não dá pra manter a velocidade, pelo menos dá pra tentar manter a cadência. O Edge 705 ainda aceita um sensor de potência, mas este deve ser comprado separadamente.
Voltando ao GPS, a interface é muito fácil e amigável. Bastante parecida como o Forerunner, o que talvez tenha facilitado meu trabalho. O sistema de navegação é bastante similar aos modelos automotivos da Garmin, como os nuvi. Se você era o caminho ele apita, manda virar, etc. Só não fala como os Nuvi.
Outra coisa bem interessante é a possibilidade de seguir um track pré-definido e saber exatamente a altimetria que lhe espera pela frente. Quem pedala sabe, as vezes não importa a distância que falta e sim a altimetria que lhe espera.
E finalmente, o Edge 705 aceita mapas topográficos, muito interessantes para trekking e qualquer outro tipo de aventura “outdoor”. Andei falando com meu consultor de mapas, Sr. Du O2, e parece que já existem as cartas topográficas para São Paulo e Santa Catarina, mas não para o Paraná.
Em resumo, expectativas alcançadas e agora vamos colocar o brinquedinho pra trabalhar!














