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Morros Mãe Catira e Sete

By Luiz, 15/11/2009 9:36 pm

CURITIBA (still alive) Esse fim de semana fui a mais uma das aventuras planejadas pelo pessoal do o2. A idéia básica era ir de bike até a base do Morro Mãe Catira na serra da Graciosa, fazer um trekking passando pelos cumes dos Morros Mãe Catira (ponto mais alto na foto abaixo) e Sete e voltar de bike pra casa. Simples, não?

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Saímos em 8 (Eu, Stulzer, Gassner, Fabrício + os 02 Du, Lulis, Arce e Thiago) por volta da 7h do sábado em direção a Quatro Barras para então pegar a estrada Dom Pedro que nos levaria até a base da montanha. Clima agradável e o pessoal pedalando bem fizeram nossos 45km passarem rapidinhos. Mesmo pedalando forte deu pra apreciar a fauna da região.

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Saindo da estrada Dom Pedro, seguimos pela trilha do Alemão até uma casinha que fica ao lado do Casa de Pedra. Lá deixamos as bikes e nos preparamos para a caminhada morro acima. Foi só aí que eu me toquei que deveria ter trazido uma calça. Too late!! Subi de bermuda mesmo e paguei o preço. Voltei com as pernas com vários cortes e arranhões.

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Todos abastecidos de água na cozinha do generoso senhor da casinha partimos morro acima. A trilha é batida, mas bastante estreita e a mata fechada. Tem que seguir com atençao pois são muitas raízes e galhos na altura da cabeça. Como a luz do sol não chega ao solo o trajeto todo é muito úmido e em alguns pontos bastante lamacento.

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Depois um algum tempo de caminhada chegamos ao primeiro “clarão” onde pudemos avistar a beleza da nossa serra do mar. Lá de cima era possível ver a confluência das estradas da Graciosa.

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Desse ponto até o cume do Mãe Catira (1450m) é uma caminhada meio esquisita em função da vegetação de aproximadamente 1,5m de altura. Alí você tem que ir abrindo caminho no peito, literalmente. Cume alcançado, nosso próximo objetivo era o cume do Morro Sete a 1350m de altitude. Isso mesmo, descemos para ir ao outro cume. Chegamos lá após 2h30′ de caminhada. Como recompensa um banquete com um monte de conservas, salame e outros quitutes. O tempo não ajudou muito, mas de vez em quando dava pra ver alguma coisa entre as nuvens.

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Devidamente alimentados (até demais eu diria) começamos a voltar. O desafio da volta é que antes de descer, você tem que subir até o Cume da Mãe Catira pra daí começar a descer de verdade. Mais umas 2h30′ morro abaixo com algumas paradas para abastecer as reservas de água nos rios da região, chegamos a base. Pegamos as bikes pois mais uns 45km de bike nos separavam das nossas casas. Mas antes uma última parada para um pastel tamanho família acompanhado de caldo de cana e coca-cola na saída da estrada da Graciosa.

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Cheguei de volta em casa por volta das 19:30h com 93km de bike e pouco mais de 5h de trekking. Agradecimentos sinceros a todos os corajosos pela ótima aventura e em especial ao 02 pela iniciativa!

Percuros e altimetrias da bike e trekking.

Mais fotos disponíveis nas Galerias do Gassner e do Fabricio.

Mais relatos em breve com um monte de coisas que eu devo ter esquecido de contar no Transpirando, o2 e no blog do Fabricio.

Subida da Graciosa

By Luiz, 01/11/2009 2:12 pm

CURITIBA (pêssego e aspargos) Sexta-feira prometia pois o calor era grande e a previsão do tempo finalmente dizia que teriamos sol durante todo o fim de semana. Um motivo a mais para um bom e longo pedal no sabadão.

O roteiro escolhido foi a subida da Graciosa. Na realidade Mildo e Fabricio queriam fazer um treino para a viagem que estão planejando junto com o Gassner para janeiro próximo. Logo carregaram suas bikes para simular a situação real que lhes espera. Como eu não vou poder ir nessa viagem, fui levinho. Tá certo que tive que carregar umas latas de coca-cola no meio da Graciosa. Artifício usado pelo Mildo pra andar na minha frente :)

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Bem, começando pelo começo, encontrei o Mildo as 5:50h perto de casa e fomos pela BR277 até o Posto de Gasolina em São José dos Pinhais encontrar o Fabrício. Dalí, rumamos os três serra abaixo até a entrada de Morretes, onde tivemos nosso primeiro e único pneu furado. Fabricio foi o sortudo!

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Pneu consertado, protetor solar reforçado e repelente passado continuamos o pedal. Isso até o trilho do trem, onde o maldito que nos persegue nos separou do Mildo.

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Trêm superado, logo estávamos no centro de Morretes rodeados por um monte de gente, banda da Polícia Militar, crianças de escolas vestidas para desfile, etc… Não, não foi o twitter avisando que estavamos descendo. Eram as comemorações dos 276. aniversário de Morretes.

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Não pudemos ficar para a festa pois tinhamos uma muralha para vencer. Mas antes, uma parada estratégica para o tradicional pêssego do Mildo.  O local escolhido foi o rio Nhundiaquara, parada tradicional dos farofeiros de sim de semana. Como chegamos lá por volta das 9h a coisa estava bem tranquila. Comemos nosso pessêgo tranquilamente na companhia e alguns bicho-grilos que fumavam um baseado com os pés no rio.

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Ora da verdade. Do rio Nhundiaquara até o começo da Trilha do Alemão são 895m de altitude em 25km. O sol estava castigando e pedalavamos colocando como objetivo a próxima sombra da estrada. O tráfego na descida estava bem intenso mas para subir estava bem tranquilo.

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Fizemos uma parada providencial no Rio São João para refrescar as idéias e seguimos direto para nosso ponto de parada planejado para o almoço a 790m de altitude, ou seja, perto do fim da subida.

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Banquete com direito a lombinho, pepinos, aspargos, sardinha, atum e coca-colas compradas no meio do caminho. A pergunta que eu sempre faço é se a gente pedala pra comer ou come pra pedalar… Bem, não importa. O que importa é que estava tudo muito bom!

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Logo no fim da subida pegamos a Trilha do Alemão a qual eu não conhecia. Uma trilha muito bacana com algumas descidas e bastante pedras. Mildo brutus sofreu sem suspensão nesse trecho.

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Dali pra frente seguimos pela Estrada Dom Pedro e então pegamos o contorno. Esse ponto foi o pior da aventura pois todos nós estavamos sem água e não tinha um mísero posto de gasolina ou boteco no meio do caminho. Conseguimos achar água somente depois de uns 15km no posto de apoio da Auto Pista Litoral Sul. Um pouco antes de chegar alí eu estava quase quebrando tamanha a sede. O pedal já estava no automático.

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Devidadmente hidratados e depois de uma dose de cafeína para botar a cabeça pra funcionar novamente rumamos pra casa. Nos separamos do Fabricio no viaduto da 277  e viemos eu e o Mildo em direção ao Ahú/São Lourenço.

Ao fim foram 161km com 2000m de súbida acumulada e muitas risadas. Valeu Fabricio e Mildo!

O trajeto e altimetria disponíveis aqui. Mais fotos disponíveis aqui e na galeria do Fabrício.

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