Museu e Parque

LONDRES (free admission) Hoje levamos a Isabela no Museu de História Natural de Londres. Esse é o tipo de museu perfeito pra introduzir a cultura de visitar museus na criançada. Logo na entrada do museu tem um esqueleto gigante de um dinossauro herbívoro que eu não lembro o nome (tenho que perguntar pro meu sobrinho, Pedro) que é deixar qualquer criança (e alduto) impressionado.

E esse é só o começo. O museu tem uma ala inteira dedicada aos dinossauros. Apesar de ser bastante grande e muito instrutiva, falou o T-Rex que tem no Museu de História Natural de NY.

Pra compensar eles colocaram um robô T-Rex que chama bastante a atenção da criançada.

Outra ala bem interessante é aquela dedicada a terra e mar. Vulcões, terremotos, maremotos e todos os outros fenômenos da natureza são explicados com detalhes. Tem até uma maquininha que mostra como as ondas fazem os buracos na praia.  Ah, vale a pena mencionar que a entrada no museu é gratuita!

Depois do museu fomos conhecer o Hyde Park, um parque bastante grande criado no século 17 e que é um dos mais movimentados da cidade. Mesmo com a temperatura na casa dos 4 graus é comum ver a Inglesada correndo e andando de bicicleta pelo parque. E pra quem gosta de variar o terreno na corrida, tem uma raia de areia ao lado do asfalto.

Taipei – First Impressions

TAIPEI (controlando o fuso) Hoje acordei cedo e fui bater perna, pois a conferência começa só amanhã. Só que acordei muito cedo por causa do fuso horário. Aí fui andando meio sem direção até encontrar algo interessante. Encontrei um parque chamado Peace Park, o qual merece o nome que tem.

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Como era de se esperar, encontrei os velhinhos fazendo seu Tai Chi matinal.

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Depois fui visitar umas lojinhas de eletrônicos, pois ninguém é de ferro e os preços são muito convidativos. Assim como em Hong Kong os prédios são feios (com excessão do 101, amanhã vou lá) e pra esconder um pouco a feiura eles metem esse monte de placas na frente.

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No fim do dia fui no Shilin Night Market pra dar uma olhada nas lojinhas. Esse lugar é considerado o maior mercado da cidade e pelo tanto que eu andei, realmente é grande. Se você não for levado pela multidão, talvez você consiga comprar alguma coisa.

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Barigui – Lado B

CURITIBA (cheiro de chocolate) Agora que Isabela está andando de bicicleta sem as tais rodinhas de apoio, estamos indo mais longe nos nossos passeios. Daqui a pouco tenho que comprar uma bicicleta melhorzinha pra ela.

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Um dos lugares preferidos da baixinha é o outro lado do parque Barigui, aquele que tem uma chaminé ao lado do que restou da antiga pista de bicicross. Eu chamo esse pedaço do parque de Lado B.

Entre as coisas que eu mais gosto deste lado estão:

a) pista mais larga (especialmente para as crianças que estão aprendendo a andar de bicicleta, skate, patinete, etc..).

b) ausência das patricinhas com seus poodles e outros cachorros que apanham facilmente de um rato mais fortinho.

c) não pode entrar carro, consequentemente não tem os playboys com seus carros tunados e som alto.

d) tem um bosque muito legal.

Vale a pena descobrir esse lado do parque. Mas se você se encaixa em uma das categorias acima, fique no lado A, SVP!

Bosque do Papa

CURITIBA (finalmente, o sol) Continuando a série parques, esse é o meu favorito. Diria que não chega a ser um parque, como o nome sugere, mas mesmo assim merece ser visitado.

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O nome é em homenagem ao papa JPII, que como todos sabem era Polonês. Como o bosque faz uma homenagem a imigração polaca, com diversas casas devidamente restauradas (como as da foto) alguém resolveu homenagear sua santidade com esse magnífico bosque.

Atrás do bosque está o famoso museu do olho. Aos domingos a tarde, quando faz sol, pode-se presenciar diversas manifestações culturais (nome bacana pra uns malucos tocando tambores e fumando maconha) no vasto gramado ao lado do bosque.

Parques

CURITIBA (o inverno ainda não acabou) Quem morra em Curitiba se orgulha dos parques da cidade, ou pelo menos deveria se orgulhar. Todo mundo que eu conheço tem seu parque favorito e também aqueles que frequenta muito raramente, ou por falta de afinidade ou por proximidade (ou falta dela). Os meus mudam de acordo com o dia da semana e horário.

Durante a semana, frequento bastante o São Lourenço pois fica no meu percurso de corrida. Já no domingo a tarde, a coisa muda de figura… Tem lugares mais tranquilos no domingo a tarde… Uma curiosidade deste parque é que parte da grama está sempre aparadinha, graças as ovelhas e o dedicado pastor (esse, de ovelhas de verdade) que estão por lá.