Policia Argentina

MONTE CASEROS (powered by Bob Dylan) Desde que comecei a planejar essa viagem ouvi e li vários relatos sobre a corrupção da polícia argentina. E todo mundo diz que o problema maior está no norte do pais, uma região mais pobre, bem a região do nosso roteiro. Um cidadão que eu encontrei no hotel me disse que ele sempre coloca no orçamento da viagem dele a “propina” dos guardas. Um outro me disse que prefere voltar pelo Uruguai para evitar os guardas argentinos. “Prefiro pagar o buquebus para atravessar de Buenos Aires para o Uruguai do que dar dinheiro para esses lazarentos”, disse ele.

Para evitar maiores problemas providenciamos todos os itens de segurança adicionais solicitados pela polícia argentina, ou seja, mais um triângulo, kit de primeiros socorros e o tal do cambão (que serve para rebocar o carro).

Pois bem, hoje era o dia de ver como as coisas funcionam. Saímos de Buenos Aires rumo ao norte pela Ruta 14, que vai beirando o Uruguai o tempo inteiro. Rodovia pedagiada, quase toda em pista dupla, em bom estado de conservação e com um monte de policiais. Olha que eu já dirigi em todo o canto do mundo, mas nunca vi tanta polícia numa mesma estrada.

Screen Shot 2013-01-15 at 12.00.19 AMRodamos sempre dentro do limite de velocidade para evitar qualquer transtorno, mas não teve jeito. Perto de Concórdia fomos parados numa das inúmeras barreiras policiais que passamos. O guarda pediu meus documentos, e também para ver os triângulos, cambão, e a validade do extintor de incêndio. Não pediu o kit de primeiros socorros que eu sofri pra achar em Buenos Aires. Disse que estava tudo bem.

Ja no caso do carro do Alessandro, um dos guardas disse que o cambão que ele tinha não servia para a “Ruta Nacional” e que ele tinha que pagar uma multa. O detalhe é que o Alessandro tinha comprado o cambão dele hoje de manhã antes de pegarmos a estrada.

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O guarda disse então que a multa custaria 800 pesos, mas que poderia resolver o problema por 200. Ou seja, tudo que eu tinha lido e temia que acontecesse, aconteceu. Outro detalhe, durante todo o tempo que ficamos parados na barreira, somente carros com placas brasileiras foram parados. Vamos ver como vai ser nossa segunda perna no norte argentino amanhã.

Mas agora estamos munidos de outro cambão. Fomos a uma loja em Monte Caseros, e a pergunta do cidadão foi a seguinte. Você quer um para rebocar o carro ou pra mostrar pra policia? Pra mostrar pra policia tá bom. Comprei um pra mim também, já que o meu é emprestado.

Buenos Aires, finalmente.

BUENOS AIRES (quente pra cacete) Não sei por que eu demorei tanto pra conhecer Buenos Aires. Talvez por um pouco de preconceito. Talvez porque ninguém organiza uma conferência por essas bandas. Talvez por ser muito perto. Sei lá.

De qualquer forma, a primeira impressão foi muito positiva. Em vários momentos parece que você está numa cidade do velho continente. Prédios públicos bem conservados…

Prefeitura de Buenos Aires

Prefeitura de Buenos Aires

… teatros magníficos e,…

Teatro Colón

Teatro Colón

… ruas largas tornam qualquer cidade bastante atrativa.

Av 9 de Julho

Av 9 de Julho

E a comida! Essa dieta a base de bife de chorizo, cerveja, empanadas e malbec é de matar. E o preço do vinho? É de fazer a gente morrer de raiva (dos preços praticados no Brasil)!

Uma dica. Se você vier pra cá traga dolar. No mercado paralelo estão pagando muito bem pela moeda americana. Cerca de 20% a mais.

Colonia del Sacramento

BUENOS AIRES (on the other side) Certamente a cidade mais pitoresca do Uruguai. Foi fundada em 1680 pelos Portugueses e entregue aos Espanhois em 1770. Em 1996 foi declarada pela Unesco Patrimônio Mundial da Humanidade.

colonia del sacramento

As influências portuguesas estão bem claras nas calçadas com pedras e nas casas antigas. Lembram bastante as ruas da cidade do Porto em Portugal. Ao redor da Plaza Mayor existem vários museus, prédios históricos e também o farol que oferece uma boa vista do Rio de la Plata.

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Do outro lado da praça fica a igreja matriz, a mais antiga do Uruguai.

DSC04167Outra coisa que não falta em Colonia são bons restaurantes. Pode-se comer bem por um preço honesto. Fomos num restaurante chamado El Drugstore, que fica na frente da igreja. Pratos muito bem servidos. O bife de chorizo (mal passado) é uma boa pedida.

No fim da tarde encaixotamos o carro no barco (Buquebus) e atravessamos o Rio de la Plata para desembarcar em Buenos Aires, nossa parada pelos próximos dias.

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Montevideo

MONTEVIDEO (enough) Antes de conhecer Montevideo perguntei para várias pessoas que conheciam a cidade quantos dias eu deveria “gastar” aqui. As respostas foram quase unânimes: 1 dia. Um colega me disse que seria interessante dois dias seu eu quisesse visitar alguma vinicola. Mas como esse não era o caso, acho que acertamos em reservar 1 dia para visitar a capital Uruguaia.

Dois pontos interessantes são a cidade velha e a orla. No caminho do hotel até a cidade velha eu tive a impressão que a cidade está meio decadente. Muitos estabelecimentos fechados e mal cuidados. Por outro lado, Montevideo é uma cidade bem limpa.

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O ponto alto da cidade antiga é a praça da independência com um grande monumento ao General Artigas, herói nacional. Numa ponta da praça tem uma rua cheia de barraquinhas que vendem artesanato e quinquilharias e na outra o começo da Av. 18 de Julho, uma rua bastante movimentada com várias lojas.

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O outro lugar que vale uma boa caminhada é a orla da cidade, a qual conta com uma larga calçada que se estende por mais de 10km e é bastante utilizada para caminhar, correr e pedalar. É um lugar que convidada qualquer um a sair do sofá. E talvez seja por isso que aqui não tem gente obesa, como a Isabela bem notou.

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E o vinho do dia foi outro Tannat, dessa vez um Filgueira 2011. Pelo preço, cerca de 150 dinheiros Uruguaios (cerca de R$ 15), eu diria que é um ótimo custo benefício (GGG1/2).

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Costa Uruguaia

MONTEVIDEO (33C) Antes de atravesar a aduana Brasileira no Chuí, tratamos de abastecer os carros, pois a gasolina no Uruguai é bem mais cara. Falando em Chui, eita lugarzinho feio.

Preenchemos toda a papelada de imigração e entramos no Uruguai pela Ruta 9. Por indicação de um carioca, que não entende patavinas de praia, paramos em Ponta del Diablo. Sem comentários.

Entramos então na Ruta 10 para andar mais próximo da costa. Tentativa frustrada, pois alem de raramente ver o mar, a estrada é consideravelmente pior (mal conservada e sem acostamento). Uma boa para andar de bike, já que poucos carros circulam por ali.

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Voltamos para a Ruta 9 e fomos direto para Punta del Leste. Punta não estava nos meus planos mais fui convencido a passar por lá. Eu achava que por ser verão aquilo deveria estar cheio de gente, ou seja, uma muvuca. Pois bem, estava cheio de gente, com restaurantes e estacionamentos lotados. Tudo o que eu não queria. Mas já que estávamos por ali, tratamos de aproveitar.

Comemos bem (pagamos caro, é obvio) e fomos dar uma volta para conhecer o famoso balneário. A propaganda diz que é o melhor balneário do Atlantico Sul. Tenho lá minhas dúvidas.  Mas pelo jeito tem muita gente que gosta.

punta

No fim  da tarde pegamos a Ruta B1 (estrada com pedágios e em melhor estado de conservação) rumo a Montevideo, onde chegamos por volta das 19h. Amanhã vamos ver o que a capital nos reserva. Pra fechar o dia um Tannat honesto (GGG1/2) comprado por R$ 23 no mercado ao lado do hotel.

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Retas

CHUÍ (rumo ao sul) Hoje foi um dia de estrada e muitas retas. A parte divertida da estrada se resume ao trecho entre Cambará do Sul a Gravataí. Serra abaixo pela RS-232. Na sequência pegamos algum tráfego perto de Porto Alegre e logo depois intermináveis retas com gado e plantações de arroz para todos os lados.

Enfim, após 700km, chegamos ao fim do Brasil, ou seria ao começo?  Começo ou fim, a situação das estradas gaúchas é bastante similar as estradas do Paraná. Pedágios caros e estradas de qualidade duvidosa. E vamos para o Uruguai pra ver se a coisa melhora.

retas intermináveis

retas intermináveis

Atualização: Esqueci de deixar a dica sobre o hotel. Ficamos no Bertelli Chui hotel. Pelo que eu pude ver hoje quando dei uma volta pela cidade para  comprar uns pesos, acredito que seja o melhor da cidade. A diária para quarto duplo com um café da manhã razoável fica por R$ 189. O hotel tem piscina, uma boa para o espantar o pouco o calor.

Cambará do Sul

CAMBARÁ DO SUL (sol entre nuvens) Escolhemos como base para nossa visita aos canions do Parque Nacional de Aparados da Serra a cidade de Cambará do Sul. A viagem até aqui foi tranquila. Um pouco movimentada entre Curitiba e Itajaí, mas depois a coisa ficou mais tranquila. Seguimos pela BR101 até São João do Sul e então pegamos a SC-450 com destino a Cambará do Sul, passando por Praia Grande. Esse trajeto é um pouco mais curto, mas você deve encarar uns 40km de estrada de terra, sendo 10 deles subindo uma serra de 1000m de altitude (estrada tipo Limeira).

subida da serra na sc450 Melhor ainda se tiver um pouco de neblina. Hardcore!

sc450

A escolha da pousada foi baseada em alguma pesquisa na internet. Escolhemos a pousada Estalagem da Colina. São vários chalés independentes, todos confortáveis e muito bem equipados, com TV, frigobar, wifi gratuito, ótimas camas, sistema de calefação e lençóis elétricos. Esse último perfeito para o inverno.

estalagem da colina

O café da manhã é bem servido com diversas opções de pães, bolos e sucos. Em resumo, uma excelente opção para quem quer explorar a região.

 

Um Tour em Johannesburg

JOHANNESBURG (done) Esse meu stop-over em Joburg me deu a oportunidade de conhecer um pouco a cidade. Para isso contratei um tour com a agência African Breeze. O meu guia foi o Ian. Excelente serviço, by the way.

Como o próprio Ian disse, talvez Joburg seja a cidade mais sem graça da África do Sul. Mas é a que tem mais história para contar. Então aqui vai um pouco do que eu aprendi.

Meu tour começou pelo Constituition Hill, uma antiga prisão onde ficavam os presos políticos do regime do Apartheid. Um guia local te conta como os presos políticos do regime eram tratados. Segundo Nelson Mandela, os presos eram tratados como animais. Até nas prisões havia a segregação entre negros e brancos. Devo confessar que achei o ambiente meio pesado.

Depois fui visitar o museu do Apartheid. Para quem visita Joburg é uma parada obrigatória. A história do apartheid está contada em detalhes através de fotos, vídeos e texto. O museu ainda conta com um memorial dedicado ao ex-presidente Nelson Mandela.

Depois do museu fui conhecer Soweto, cidade com cerca de 2 milhões de habitantes que foi criada para abrigar os trabalhadores que eram trazidos para explorar as minas de Joburg. A mineração era e ainda é uma das principais atividades econômicas da Africa do Sul.

A cidade se tornou famosa na época do apartheid por ser um foco de resistência contra a politica de segregação racial. Uma destas manifestações foi violentamente reprimida pela polícia e diversos estudantes foram mortos. Isso aconteceu em 16 de Junho de 76, passando à história como o Massacre de Soweto. Hoje existe um memorial na frente da escola em que um dos estudantes foi morto.

Soweto também é famosa por possuir uma rua com dois moradores ganhadores do prêmios nobel. As casas de Nelson Mandela e Desmond Tutu ficam a poucos metros uma da outra. Outro local que visitei e recebi uma aula de apartheid de um morador local foi a igreja Regina Mundi. A igreja era um dos refúgios dos negros durante o regime. Até hoje é possível ver os buracos de bala nas paredes.

Saindo de Soweto passamos na frente da Orlando Power Station, uma geradora de energia utilizada entre 1964 e 1989. Duas torres gigantes que eram utilizadas para resfriamento (cooling towers)  hoje servem como base para Bungee Jump e outros esportes radicais. A pintura com elementos da Africa deixou as antigas torres muito bonitas. Se tem um troço que eu ainda não tenho coragem para fazer é pular na vazio.

Ian, meu guia Sul-Africano branco me contou a sua visão do apartheid. Segundo ele todo o país estava ciente de que o fim da segregação era necessário e que Nelson Mandela foi um grande presidente. Entretanto, ainda segundo ele, a Africa do Sul só tem a infra-estrutura que tem (o país mais desenvolvido da África) graças ao regime. Basta olhar para os outros países da Africa para ver como seríamos se não tivéssemos tido o regime, argumenta ele. O grande medo de Ian é que o atual governo, e os próximos, não consigam conservar a infra-estrutura atual e muito menos continuar desenvolvendo o país.   Em alguns anos veremos se Ian está certo. O fato é que a coisa não parece muito animadora. A diferença social é bem grande e a taxa de desemprego atual bate nos 25%.

Enfim, esse stop-over acabou sendo muito produtivo. Na lista para a próxima vez ficam Cape Town, que segundo Ian é um espetáculo, e um safari.

 

Um Tour em Melbourne

JOHANNESBURG (quebrado) Tive tempo de sobra pra escrever um pouco sobre Melbourne no meu longo voo entre Sidney e Johannesburg. Aqui vão alguns lugares que eu acho que vale a pena visitar na bela, verde e espalhada Melbourne.

St Kilda. Fica na praia e aos domingos tem uma freirinha meio hippie. Foi lá que encontrei minha máscara aborígine. Quando eu fui estava nublado mais me disseram que o por do sol é algo espetacular. Ainda na redondeza tem uma rua cheia de pequenos cafés e restaurantes. Uma curiosidade sobre o café na Australia: Regular coffee não é café preto sem açúcar. Para eles regular coffee diz respeito ao tamanho. Se você pedir somente um café provavelmente vai receber um café com leite.

King’s Domain e Shrine. É o coração verde da cidade que inclui o jardim botânico e mais alguns jardins. A região foi construída em 1852 em uma região pantanosa.  Ao lado dos jardins fica o Shrine, um belo monumento aos heróis de guerra Australianos.

Bonde. Pegue o bondinho gratuito que faz um tour no centro da cidade, que em Melbourne é conhecido como city e não downtown.  Vale a pena o passeio.

Federation square.  É o mais novo espaço público da cidade, inaugurado em 2002. Tem uma arquitetura bem moderna, diferente de tudo que se vê ao redor. Um bom lugar pra tomar um short black (expresso). Ao lado do Fed Square fica a Flinders Street Station, a principal estação de trem da cidade.

Dockland. Era um pântano até que recentemente começaram a construir prédios de apartamentos residenciais e alguns prédios comerciais. Todos muito bonitos e modernos e com uma bela vista para o mar. O problema é que o Australiano típico não é muito chegado a morar em apartamento. O negócio deles é casa com quintal, nem que para isso eles tenham que dirigir 1h para o trabalho. Ao lado da dockland fica o moderno estádio Ethiad.

O centro. O centro da cidade é bem movimentado. Tem lojas e restaurantes para todos os gostos. Começando o passeio em dockland, você vai passar pela bela estação de trem Southern Cross, pelo centro financeiro até chegar na catedral. Não deixe de tomar uma cerveja em uma das lanes, vielas cheias de bares e restaurantes. Alias, uma boa dica para uma cerveja é o Mitre Tavern. Prove a Fat Yak, uma pale ale extraordinária.

Eureka. Suba no prédio mais alto da Australia. Da pra ter uma boa idéia da geografia da cidade. Na foto abaixo dá pra ver o Albert Park, local onde é realizado o GP de F1 da Austrália.  O parque fica um pouco longe da cidade mas vale a visita.

Yarra river. O rio é a divisa entre norte e sul da cidade e também é bastante utilizado pelo pessoal do remo. Perto da Flinders station, as ruas ao lado do rio são exclusivas para pedestres. Um outro ótimo local pra dar uma caminhada e tomar um café.

Brunswick Street: É a região boêmia da cidade, cheia de bares e restaurantes. A noite você pode encontrar vários bares com música ao vivo.

Ciclovias. A cidade é infestada de ciclovias. Pontos de aluguel de bikes estão disponíveis por todos os cantos da cidade. Só não esqueça o capacete. Em Melbourne andar sem capacete vai te render uma multa.

Yarra Valley

MELBOURNE (packing again) Melbourne é realmente uma daquelas cidades que dá pra morar. Eu classifico as cidades em duas classes: as que eu moraria e as que eu não moraria nem a pau. Em Melbourne eu moraria. Qualquer hora dessas eu escrevo um pouco mais sobre a cidade.

Um dos atrativos da cidade é a proximidade com Yarra Valley, a região produtora de vinho daqui. Hoje fizemos um tour na região e passamos por diversas pequenas vinículas degustando alguns vinhos. Algumas delas, bem pequenas, como a Yering Farm, mas com gente muito dedicada e orgulhosa de produzir um bom vinho. Lá comprei um Merlot que parece ser interessante.

Você também podem encontrar outras vinículas mais estruturadas como a Yering Station e a Chandon. Na Yering Station fizemos uma grande degustação com diversos tipos de vinho. Gostei bastante de um Nebbiolo safra 2010. Acho que precisa de mais uns 2 anos na garrafa pra ficar bom. Veremos.

Depois de mais algumas vinículas paramos para almoçar na TarraWarra Estate, uma vinícula muito bonita com um restaurante excelente. Meio caro, mas muito bom.

Comi um pato assado que estava muito bom. Eu estava com vontade de comer mais um canguru, mas não tinha. Na falta de canguru, vai um pato mesmo. Bonito o prato, não?

Fechamos a viagem visitando mais algumas vinículas e degustando mais alguns vinhos. Outra ótima região pra conhecer com mais calma.

PS: A região tem um monte de lugares interessantes. Nós seguimos algumas sugestões que um colega do Brad, que conhece bastante as vinículas, nos enviou.